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Mostrando postagens de Novembro 19, 2009

Segunda colocada na licitação do lixo também é desclassificada

Mais uma empresa que poderia receber o lixo produzido em Maringá foi desclassificada pela prefeitura. A Biopuster, segunda colocada na licitação aberta pela administração pública para escolher a empresa que vai assumir o serviço de destinação do lixo da cidade, não teria apresentado a certidão negativa de débitos municipais. A empresa, com sede no Rio de Janeiro, teria ferido uma exigência do edital, segundo nota oficial divulgada nesta quinta-feira (19).
De acordo com a Diretoria de Licitação, a empresa tem prazo de três dias úteis para formalizar a defesa que será analisada pela Procuradoria Geral do Município e pela Comissão Especial de Avaliação. Nenhuma secretaria se manifestou a respeito da desclassificação da Biopuster. Detalhes aqui

FARMÁCIA POPULAR

Fiquei sabendo que, o concurso dos profissionais que trabalham na famárcia popular em Sarandi termina em janeiro e, até agora nenhuma informação sobre  como deverá ficar o convênio que é firmado com o ministério da saúde.
Será que vai acontecer o mesmo que está acontecendo com o concurso da dengue que, terminou e até agora a administração municipal vem tratando com descaso.

ADMINISTRAÇÃO DE SARANDI FAZ VISTAS GROSSAS EM RELAÇÃO A DENGUE

Parece que a inércia do governo de Sarandi deve continuar por muito tempo pois, questões importantes estão sendo tratadas com desdem. Um exemplo é a questão da dengue, todos sabemos que se não houver um trabalho eficiente podemos ter uma epidemia da doença e, isto não está sendo levado em conta pela administração cidade para todos. Todos somos sabedores que a Câmara municipal aprovou a realização de concurso para contratar os profissionais, inclusive o dinheiro para a contratação o governo federal já enviou para o município. Falta mesmo e competência por parte dos nossos gestores para evitar que nossa gente, não sofra com um surto da doença.

PARA REFLETIR

A maioria dos políticos brasileiros detesta a liberdade de imprensa por um motivo óbvio: os políticos querem ficar impunes e manter a fachada de bons moços.
A baixa escolaridade do eleitor, que gera a pobreza, acaba criando as condições para a compra do voto como prática comum nas eleições, ano após ano.
Isso contribui para que o país produza mais e mais políticos corruptos, compradores de votos e de impunidade.
E a regra do jogo parece que está consolidada: o poder econômico vem em primeiro lugar. Assim, todos fingimos que a democracia existe.
Daí o crescimento no Brasil de uma visão cada vez mais autoritária e antidemocrática por parte dos nossos políticos com relação a imprensa.
Chego a conclusão de que a INFORMAÇÃO se tornou uma das riquezas mais cobiçadas do Século 21, ao lado de tecnologia, água potável, ar puro, energia (petróleo e cia), terras produtivas e alimentos. Em Sarandi a liberdade de Imprensa não está sendo levado em consideração por parte de um governo ditatorial e,…

Prêmio de R$ 4,3 mi da Mega-Sena sai para 3 Estados

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Três apostas realizadas nas cidades de Porto Alegre (RS), São Bernardo do Campo (SP) e do Rio de Janeiro (RJ) acertaram as seis dezenas do concurso 1.127 da Mega-Sena, sorteadas nesta quarta-feira. Os apostadores dividirão o prêmio de R$ 4,3 milhões. Confira as dezenas:

05 - 08 - 14 - 24 - 29 - 30
Segundo a Caixa Econômica Federal (CEF), os bilhetes que acertaram as seis dezenas receberão o prêmio de R$ 1.463.875,35 cada. A Quina saiu para 152 apostas, que receberão R$ 8.083,07. Outros 7.135 bilhetes acertaram quatro dezenas e ganharão o prêmio de R$ 245,99.

JUSTIÇA ANULA CASAMENTO QUE DUROU TRÊS HORAS

A juíza Maria Luíza Póvoa Cruz, do anulou o casamento de E.T.F e M.A.D. Os cônjuges ficaram casados por apenas três horas, quando descobriram incompatibilidade durante a ocasião do enlace. O fato ocorreu em Goiânia.
Segundo a magistrada, o papel do juiz é dirimir conflitos e primar pelo consenso entre as partes, buscando o equilíbrio, em prol da justiça social. E no caso em questão, as partes, de comum acordo, assumiram o insucesso da união, que não trouxe reflexos.
"Trata-se, portanto, de procedimento de jurisdição voluntária, pois os requerentes gozam autonomia para decidirem aspectos peculiares à sua esfera íntima, necessitando apenas de respaldo judicial", esclarece.
Maria Luíza entendeu que como não há lide e o Ministério Público declinou de emitir parecer não há motivo para tornar definitiva uma situação que não se consolidou. A juíza friza que a jurisdição voluntária decorre da denominada "administração pública de interesses privados".
Ela ainda ressalta q…