Com dívida de R$ 230 mil, Sarandi perde atendimento do Samu

Desde o início deste mês, as equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Maringá não estão mais operando em Sarandi (na região metropolitana). A medida foi tomada porque a prefeitura sarandiense não estaria pagando pelo serviço desde 2008.

Segundo o diretor do Samu, Ênio Teixeira Molina, os custos estão sendo bancados pelo município de Maringá. A dívida já soma aproximadamente R$ 230 mil. “O convênio foi firmado em 2004 pelos governos federal, estadual e pelas prefeituras de Maringá e Sarandi. Cada parte ficou responsável por pagar 25% do custo total do serviço”, explica.
Molina afirma que durante este período, a prefeitura de Sarandi foi contactada diversas vezes, mas nunca apresentou uma resposta oficial sobre o assunto. O problema foi levado para o Conselho Municipal da Saúde de Maringá, que em fevereiro deste ano optou pelo cancelamento do serviço até o pagamento da dívida ser efetuado.

“Nós também levamos a situação para a Comissão Interpartite de Gestores (CIG), em Curitiba, que trata das urgências e emergências no estado. Eles também se mostraram favoráveis a esse medida até que Sarandi tome uma decisão”, explica o diretor do Samu.

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