Sorteadas casas do Residencial Mauá em Sarandi


Cerca de 800 pessoas estiveram nesta sexta-feira (1), no Ginásio de Esportes Tancredo de Almeida Neves,em Sarandi, para o sorteio das casas do Conjunto Mauá. A Prefeitura, a Monolux e a Caixa Econômica Federal (CEF), sortearam 343 casas que foram construídas dentro do Programa Minha Casa Minha Vida. Neste projeto, foram investidos cerca de R$ 15 milhões reais. As novas casas ficam próximas ao Conjunto Floresta, têm 42 metros quadrados de área construída, dois quartos, sala, cozinha, banheiro e quintal. E ainda forro de PVC e aquecedor solar. As ruas são asfaltadas, com infraestrutura - luz, água, esgoto e galerias - parque infantil, Academia da Terceira Idade (ATI) e espaço para convívio social.

Participaram da solenidade, Carlos Alberto de Paula prefeito municipal; Sergio Scramim ; superintendente regional da Caixa Econômica Federal; Eliana Patrícia Palma; representante da Monolux; Rubens Vieira Lopes; gerente geral da Caixa Econômica Federal, Rodney Luiz Tevisan; gerente de sustentação de negocio da Caixa Econômica Federal, Paulo Marinho; gerente de construção da Caixa Econômica Federal. Também estiveram presentes Vereadores, Secretários Municipais, Diretores, e membros dos conselhos municipais.


Das 343 casas sorteadas, 170 foram para famílias que moram no Conjunto Mutirão. O financiamento das moradias foi feito por 10 anos e as parcelas vão variar de R$ 50 a R$139. A renda máxima comprovada exigida foi de R$ 1.395 reais. Comprometendo dez por cento da renda familiar declarada. A seleção foi feita pela Secretaria da Ação Social de Sarandi e análise foi feita pela Caixa Econômica Federal.


Segundo a diretora de habitação de Sarandi, Sara Regina Godoi, o processo foi bastante demorado e realizado com muito critério. “Nós temos em nossos cadastros 2.500 pessoas inscritas e tivemos que escolher 343 famílias, sendo que a prioridade era as 170 famílias do Mutirão. Todo o processo levou cerca de um ano. A escolha é feita em duas etapas primeiro fazemos o projeto que é encaminhado para o Ministério que libera os subsídios e depois encaminhamos para a Caixa que libera o financiamento, a partir daí é que fizemos a triagem das família. Levamos muito tempo até conseguirmos reunir toda documentação das pessoas, mas agora o sonho delas vai se concretizar e nós estamos felizes com a sensação de dever cumprido”, explica Sara.



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