Líderes comunitários de Sarandi vão a Delegacia de Polícia pedir esclarecimentos


Representantes de movimentos sociais de Sarandi, partidos políticos e associações de moradores foram ontem à polícia cobrar efetividade na investigação dos tiros disparados na madrugada de sexta-feira contra o prédio da Câmara Municipal e esclarecimentos de comentários sobre o envolvimento dos atiradores com partidos oposicionistas e movimentos sociais.

O grupo formado por cerca de 15 líderes se reuniu pela manhã com o superintendente da Polícia Civil, investigador Carlos Oliveira, e deixaram claro que informações publicadas na imprensa, afirmando que os atiradores seriam de grupos que fazem oposição à atual administração municipal e até teriam participado de uma reunião realizada recentemente no Jardim Panorama, colocaram todos que estiveram no encontro como suspeitos.

"A hipótese divulgada cria constrangimento para pessoas que com certeza não têm nada a ver com essa história", afirma o professor Adauto Silva, presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT). "Se sabem quem é, por que essa pessoa não foi presa?", indaga o presidente do Partido Verde (PV), Claudionei Vitorino.
Opinião semelhante tem o presidente do PSDB, Walter Volpato, que não descarta a possibilidade de os tiros contra a Câmara terem sido para desviar a atenção de outros fatos.

Ele lembra que hoje o assunto na cidade são os tiros e não mais o aumento exorbitante para a próxima legislatura que os vereadores aprovaram poucos dias antes.

Comentários

As mais visitadas

Jovem morre ao ser atingido por raio

Estudante é levado à delegacia por ato obsceno dentro de biblioteca de universidade, em Maringá

CRM-PR retira indicativo de interdição ética da UPA de Sarandi