quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Em Sarandi cursos gratuitos para pedreiro azulejista e encanador

A Prefeitura Municipal de Sarandi, através da Assistência Social em parceria com o Senai, estão com inscrições abertas para cursos de qualificação profissional. Os cursos são gratuitos e fazem parte do Projeto Atitude.

As inscrições podem ser feitas no Polo Cultural, na Rua Marechal Deodoro nº 1806 no Jardim Independência. Os documentos necessários para a inscrição são: cópia dos documentos pessoais e comprovante de residência e ter mais de 18 anos. O inicio das aulas será no dia 18 de outubro e vão até o dia 1º de dezembro.

Os cursos são para pedreiro de manhã e a tarde e será realizado na Associação de moradores do Jardim Verão. Azulejista, de manhã e a tarde, pintor à noite e encanador a noite, serão realizados no PETI, na Rua Marechal Deodoro, próximo ao Pronto Socorro, no Jardim Independência.

Maiores informações com o coordenador geral do projeto, Edmilson dos Santos, fone 3905-1881, no Polo Cultural.
Bateu o desespero

Para derrubar o De Paula fazemos qualquer negócio

Dias atrás estive conversando com um ex-petista  que inclusive já foi vereador em Sarandi, e agora é filiado ao PV, Partido Verde, e ele me afirmou que para derrubar o prefeito Carlos De Paula nas próximas eleições, fazia qualquer negócio.

A resposta foi dada pela indagação que eu fiz ao mesmo, se realmente existia a possibilidade de uma frentona liderada por Cido Spada e Valter Volpato.


Vereadores e secretário de Maringá são denunciados por Gaeco

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Maringá denunciou, na última segunda-feira (3), o secretário municipal de Controle Urbano e Obras Públicas, Walter Progiante, e os vereadores João Alves Correia, o “John” (PMDB), e Wellington Andrade (PRP). Os três são acusados de exigir vantagens de um empresário para liberar a instalação de um posto de combustíveis na cidade.

Segundo o promotor do Gaeco, Laércio Januário de Almeida, esse posto seria erguido em uma área em que esse tipo de estabelecimento não seria permitido pela legislação do município. “Ouvimos um empresário que fez as acusações de cobrança de propina e realizamos as investigações”, explicou.

Segundo a assessoria de comunicação do Ministério Público (MP), o caso ocorreu entre 2007 e 2008. O empresário teria conseguido a liberação do empreendimento junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano. No entanto, meses depois, a própria pasta informou que a liberação estava suspensa, por conta de uma lei municipal.
O empresário foi aconselhado a procurar o vereador João Alves Corrêa, para que este apresentasse um projeto legislativo para alterar o dispositivo. De acordo com a denúncia, o vereador “aceitou promover a alteração da legislação municipal, não sem antes solicitar ao interessado que lhe entregasse vinte mil litros de combustível (óleo diesel) para ser utilizado num porto de areia que possuía no Rio Paraná, próximo do Porto São José”.

Segundo o MP, a proposta de alteração foi protocolada em outubro de 2008, com urgência na tramitação. No entanto, durante a votação do projeto, empresários do setor foram à Câmara e a proposta foi retirada da pauta. Diante da situação, o empresário teria sido orientado a procurar outro vereador, Wellington Andrade, que teria cobrado R$ 40 mil de propina, mas que nem sequer apresentou um projeto.
O proprietário do estabelecimento então procurou o próprio secretário de Controle Urbano, que também teria exigido vantagem financeira para auxiliá-lo, mas o valor cobrado não foi informado. Se os três forem condenados, podem ter uma pena de dois a 12 anos de detenção.
A reportagem entrou em contato com Progiante, mas ele informou que desconhece a denúncia e que só iria se manifestar após ter ciência do conteúdo das acusações. John Alves informou que não poderia atender o telefonema. Já Wellington Andrade não foi encontrado para comentar as denúncias.

John Alves é suspenso por dez dias por tirar camiseta em plenário
Os vereadores de Maringá aprovaram, durante sessão na tarde desta terça-feira (4), a suspensão por dez dias do vereador John Alves (PMDB), com início imediato. O pedido foi aprovado por unanimidade. Na sessão de quinta-feira (29), o parlamentar tirou a camiseta no meio do plenário, impedindo a votação do projeto que revogaria a exigência de um cadastro para a construção de casas geminadas.

O pedido de suspensão foi feito pela Mesa Executiva da Câmara, que se reuniu na noite de segunda-feira (3) para avaliar o pedido de cassação do mandato de Alves, apresentado pelos vereadores de grupo de oposição.
Justiça obriga Requião a pagar R$ 40 mil a Paulo Bernardo

A juíza Adriana de Lourmette, da Terceira Vara Cível de Curitiba, impôs multa de R$ 40 mil ao senador Roberto Requião por acusações feitas ao ministro Paulo Bernardo em entrevistas veiculadas em emissoras de rádio e televisão.

O então governador do Paraná acusava Bernardo, que na época ocupava o ministério do Planejamento, de ter proposto o superfaturamento de uma obra ferroviária, saltando o valor de R$ 150 milhões para R$ 550 milhões. Depois, o próprio Requião assinou um documento encaminhado ao Governo Federal solicitando o valor de R$ 550 milhões para a mesma obra.

"Não se pode admitir que estas pessoas públicas ajam de forma desconectada da realidade, criem factóides, lancem dúvidas, sem que antes haja um mínimo de fundamento fático para tal fim", diz a sentença da juíza Adriana de Lourdes Simette.

A decisão ainda leva em conta comentários feitos por Requião no Twitter. "Paulo Bernardo CHUPANDO MANGA"; "mandando bala no ministro! A política precisa disso! Azar do decoro! Contra bandido: 'é cacete e cadeia'", escreveu o então governador.