quarta-feira, 24 de abril de 2013

FARMÁCIA MUNICIPAL DE SARANDI ATENDE 495 PESSOAS POR DIA

A Secretaria de Saúde de Sarandi está implantando na Farmácia do Município o Programa informatizado Horus do Ministério da Saúde. Este programa é gratuito e é capaz de gerar dados exatos sobre o gerenciamento dos medicamentos. Segundo o Secretario de Saúde Jair Carneiro com a implantação do programa é possível que o município mantenha um controle dos gastos permitindo uma maior transparência e visibilidade de todo os medicamentos, permitindo maior transparência. “Nosso volume de atendimentos é grande, todos os medicamentos fornecidos são gratuitos, nós temos que ter um controle total, para que não falte o medicamento. Com a instalação do Horus, nossa farmácia vai estar bem mais eficiente”, explica o secretario. Nos últimos três meses de 2013 foram atendidas na farmácia municipal de Sarandi 29.772 receitas médicas, 495 pacientes ao dia. São 152 itens medicamentosos e vários outros vinculados aos Programas de assistência farmacêutica do Ministério da saúde. 

Com informações:  Assessoria de Comunicação de Sarandi

SERVIDOR DO SENADO GANHA R$ 8,5 MIL PARA SERVIR CAFEZINHO

Com uma equipe de garçons com salários até 20 vezes maiores do que o piso da categoria em Brasília, o Senado tem servidores que ganham R$ 8,5 mil para servir cafezinho. Segundo reportagem do jornal O Globo, publicada nesta quarta-feira, sete garçons recebem remuneração entre R$ 7,3 mil e R$ 14,6 mil (com horas extras) - três deles atuam apenas no plenário, e quatro ficam no cafezinho aos fundos, onde circulam parlamentares, assessores e jornalistas. Eles têm cargos comissionados na Secretaria Geral da Mesa com título de assistente parlamentar. A assessoria do Senado afirmou que "os níveis ocupados são de AP 04 e AP 02, com remuneração de R$ 6.726,15 e R$ 8.577,00, respectivamente". "Os servidores ocupam cargo de assistente parlamentar e realizam atividades de apoio, conforme previsto pelo artigo 52 do Regulamento Administrativo do Senado Federal, e estão em exercício na Secretaria-Geral da Mesa, Presidência, 1ª Secretaria e Residência Oficial", disse a Casa, por meio de uma nota. Eles foram nomeados em 2001 e, em 12 anos, acabaram promovidos a cargos comissionados superiores: saíram do AP-5, com remuneração básica de R$ 3,3 mil, para o AP-4 e até mesmo o AP-2, com vencimentos básicos de R$ 6,7 mil e R$ 8,5 mil, respectivamente. Segundo O Globo, em março, o maior salário pago foi a José Antonio Paiva Torres, o Zezinho, que serve exclusivamente os senadores no plenário. Ele recebeu R$ 5,2 mil somente em horas extras e teve remuneração bruta de R$ 14,6 mil.

Câmara aprova punição de até R$ 6 mi a empresas corruptas

Uma comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei que ficou conhecido como “lei anticorrupção”. A proposta é punir empresas que cometam atos de corrupção contra a administração pública ou funcionários públicos estrangeiros de organizações internacionais que funcionam no Brasil. Com a aprovação, o projeto segue para as comissões do Senado. As punições administrativas previstas são multas que variam de R$ 6 mil a R$ 6 milhões, declaração de inidoneidade, devolução integral do dinheiro ou reparação do dano causado, proibição de contratar, receber incentivos, subsídios, doações ou empréstimos de bancos públicos e até rescisão do contrato assinado com o governo. Algumas das sanções já estão previstas nas leis de Licitações e Antitruste. O parecer do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) define como crime contra a administração pública oferta de suborno, vantagem indevida a agente público e fraude em licitações, entre outros. A medida também pune os servidores públicos envolvidos nos atos ilícitos. De acordo com o projeto, a empresa que tiver entre seus sócios ou gerentes pessoas já condenadas pelas práticas previstas na lei fica impedida de participar de licitações ou assinar contratos com a administração pública por período determinado. Mesmo que a empresa acusada sofra sanções administrativas, ela e seus dirigentes, sócios ou controladores também poderão ser punidos judicialmente. A companhia pode perder os bens, contratos ou outros itens obtidos a partir do ato de corrupção da qual é acusada, suspensão ou interdição parcial de suas atividades e até dissolução da empresa.

Com informações: 
Direto de Brasília