quinta-feira, 25 de abril de 2013

Relator recomenda aprovação da carteira nacional do radialista à Comissão da Câmara


Uma antiga luta dos radialistas brasileiros está mais perto de se concretizar. No último dia 13 de março, o deputado federal João Campos (PSDB/GO), relator do projeto de lei que institui a carteira de identificação profissional dos radialistas (PL 1005/2007), entregou parecer favorável à aprovação da proposta na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados.
A proposta, de autoria da deputada federal Manuela D´Ávila (PCdoB/RS), dispõe que o documento de identidade da categoria passe a ter validade em todo o território nacional, sendo emitida pela Federação dos Radialistas (Fitert), por meio dos sindicatos filiados.
O principal argumento utilizado pelo relator para recomendar a aprovação do projeto de lei é o princípio de equiparação a outras categorias profissionais regulamentadas por lei que já desfrutam desse direito, inclusive os jornalistas, que desde 1982 têm reconhecida a carteira de identidade profissional como documento válido em todo o país e para todos os fins.
A falta do reconhecimento da identidade profissional do radialista traz uma série de dificuldades aos profissionais no exercício cotidiano de suas atividades, especialmente no credenciamento para eventos esportivos e oficiais.
A Fitert e os sindicatos estaduais filiados à entidade lutam para que a carteira de identificação profissional seja aprovada o mais rápido possível a fim de evitar transtornos aos radialistas durante a cobertura da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Para isso, os dirigentes sindicais da categoria já estão se mobilizando, em seus respectivos estados, para atuar junto aos seus parlamentares que integram a CCJ visando garantir a aprovação do projeto, que tramita em regime de análise conclusiva, ou seja, não precisa ser votado no plenário da Câmara. Assim, se o PL for aprovado na CCJ vai direto ao Senado.
O Sindicato dos Radialistas/RJ já está articulando gestões neste sentido junto aos deputados da bancada fluminense que fazem parte da comissão. São eles: Alessandro Molon (PT/RJ), Chico Alencar (PSOL/RJ), Eduardo Cunha (PMDB/RJ), Leonardo Picciani (PMDB/RJ), Sergio Zveiter (PSD/RJ), Anthony Garotinho (PR/RJ), Hugo Leal (PSC/RJ) e Otávio Leite (PSDB/RJ).

PARQUE ECOLÓGICO JOÃO PAULO 2º DE SARANDI, EXEMPLO DE RECUPERAÇÃO ÂMBIENTAL



Projeto piloto para educação ambiental em Sarandi, o Parque Ecológico João Paulo II, vai servir como exemplo para alunos das escolas do município. A recuperação do fundo de vale começou a ser feita em maio de 2012. A proposta da Prefeitura é colocar monitores, para receber e acompanhar caravanas de estudantes, para mostrar como é possível recuperar e proteger as nascentes e fundos de vale. O Prefeito Luiz Carlos Aguiar, tem acompanhado de perto os trabalhos que estão sendo realizados no parque, e se diz surpreso com a recuperação das nascentes que estavam cheias de lixo e entulhos, e hoje estão jorrando água limpa e cristalina. No Parque foi feita a retirada de lixo da parte mais baixa do terreno, o córrego foi protegido com plantas. Dentro do trabalho de proteção do córrego, está sendo plantado um pequeno bosque, além de árvores frutíferas. Os 58 mil metros do parque estão sendo repovoados com o plantio de mudas de arvores, que vai ser complementado com um trabalho paisagístico, que está sendo feito pela Secretaria de Meio Ambiente. O investimento será de R$ 1,5 milhão sendo R$ 380 mil do governo Federal. Uma estátua do papa João Paulo II está sendo construída e será colocada em um mirante, no ponto mais alto do parque. O parque infantil está instalado, os banheiros estão em fase de acabamento, a pista de caminhada que vai contornar o parque está sendo construída. Conforme o Prefeito Luiz Aguiar, a entrega do Parque para os moradores, só vai acontecer quando toda área estiver recuperada .

 Com informações : Assessoria de Comunicação de Sarandi

Padre declara apoio a gays, causa polêmica e bispo pede retratação



Após declarações feitas em rede sociais sobre temas como bissexualidade, infidelidade e avaliações sobre os costumes da própria Igreja Católica, um padre de Bauru (SP) terá de se retratar publicamente por determinação da Diocese local, além de retirar todo o conteúdo divulgado na internet. A ordem, publicada no site da Diocese, causou mal estar na comunidade católica de Bauru. Roberto Francisco Daniel, o padre Beto, é conhecido por abordar durante as homilias, em textos publicados por ele em jornais e nas páginas pessoais no Facebook e no Twitter, posturas consideradas contraditórias às pregadas pela Igreja Católica. Em um vídeo publicado no YouTube, o pároco aparece sentado em uma mesa de bar comentando temas considerados polêmicos por fiéis católicos. Em um trecho, ele opina sobre a bissexualidade e a fidelidade no casamento."Isso tem acontecido hoje com mais frequência por causa da liberação sexual, do homem se apaixonar por outro homem e da mulher se apaixonar por outra mulher, e os dois sendo casados. Aqui, existe amor também. Quer dizer, é ele amando uma outra pessoa que é do mesmo sexo e que ele está se descobrindo. Agora, tanto um amor quanto outro amor é preciso decidir: qual vida eu quero levar? O que não pode é a traição. Uma pessoa que tem um relacionamento extraconjugal e que esse relacionamento é aceito pelo cônjuge, aqui existe fidelidade. O que é fidelidade? Fidelidade é transparência", diz o padre durante o vídeo.Ainda no vídeo, o padre é questionado sobre o posicionamento da Igreja Católica frente à homossexualidade e ao casamento. Ele diz acreditar que a Igreja precisa analisar criticamente as transformações que têm acontecido na sociedade.