quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Salário mínimo subirá menos em 2014

O salário mínimo do ano que vem deve ter o segundo menor reajuste real em 12 anos de gestão do PT no Palácio do Planalto. Isso vai ocorrer por causa da mesma Política de Valorização do Salário Mínimo, que rendeu nos últimos anos polpudos aumentos no salário mínimo. Por esse instrumento, o salário é reajustado de acordo com a inflação do ano anterior, e tem como aumento real o PIB de dois anos antes. No caso de 2014, portanto, o salário mínimo será reajustado pelo INPC de 2013, e o aumento real será equivalente ao PIB de 2012, que foi de apenas 0,9%. O reajuste só não será menor do que o de 2011 - naquele ano, o aumento real seguiu o PIB de 2009, quando o Brasil sofreu as consequências da crise econômica mundial. O governo concedeu, então, Coincidentemente, a gestão Dilma Rousseff terá concentrado os dois piores reajustes do salário mínimo - no primeiro (2011) e no último ano (2014) de sua administração. O governo, no entanto ainda não definiu como ficará a política de reajustes a partir de 2016. Isso porque a Política de Valorização do Salário Mínimo transformada em lei há dois anos, tem como prazo de validade o ano de 2015. A prorrogação da lei vem sendo discutida internamente por técnicos de alguns ministérios, mas o tema não está posto no alto escalão do governo. Até porque a avaliação é a de que há uma regra definida até um ano depois da eleição presidencial e o tema é sensível em demasia, do ponto de vista político, para ser antecipado em debate. Além disso, o PIB fraco de 2012 (0,9%) é um ingrediente que dá um pouco mais de tranquilidade ao quadro, não gerando manifestações contrárias dos empregadores e tendo de ser aceito pelos trabalhadores. Na área técnica, há grupos que avaliam como já terminada a política de valorização do mínimo e argumentam, portanto, que não há motivos para que a regra seja estendida por mais tempo. Há outras áreas, no entanto, favoráveis à existência de uma fórmula específica que dê previsibilidade a esses reajustes e que acabe diluindo as manifestações anuais de sindicatos. Entre críticas e defesas, não há expectativa de mudança de regra no curto prazo e o mais provável é que o assunto siga congelado até a eleição.um reajuste real de 0,4%.

Com informações Gazeta Maringá

Sarandi:Concurso Público inscrição até quinta-feira

As inscrições para o concurso público da Prefeitura de Sarandi podem ser feitas até quinta-feira (29), pela internet e na Agência do Trabalhador. As vagas são para médico plantonista, para educação, e serviços gerais. O edital com todas as informações pode ser obtido pelos sites: www.sarandi.pr.gov.br ou www.fadct.org.br.

Assessoria de Comunicação de Sarandi

PSDB quer explicações de Bernardo sobre denúncia de propina para Anatel

O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Carlos Sampaio (SP), protocolou ontem dois requerimentos – um de convocação de Paulo Bernardo (Comunicações), e outro, de convite ao presidente da Anatel, João Rezende, na Comissão de Ciência e Tecnologia. Sampaio pede que sejam prestados esclarecimentos a respeito de denúncia da revista "Veja" sobre tentativa de influência da Oi na Anatel. Os requerimentos também são assinados pelo deputado Antonio Imbassahy (BA). Segundo a publicação, o deputado federal Vicente Cândido (PT) teria admitido ter perguntado ao conselheiro da Anatel, Marcelo Bechara, quanto ele cobraria para encampar na agência as pretensões da Oi. As multas aplicadas contra a Oi somam mais de R$ 10 bilhões. Bechara disse que foi convidado para uma conversa no gabinete do deputado, o que teria ocorrido no dia 6 de agosto. O líder também protocolou ofício junto à Corregedoria-Geral da Câmara para que seja apurado eventual cometimento de atos atentatórios ao decoro parlamentar pelo deputado Vicente Cândido. Segundo o Líder, a denúncia é muito grave e precisa ser apurada. “As agências de regulação foram criadas justamente para defender os direitos dos consumidores e regular o mercado. O que ocorreu nos governos do PT é que elas também foram aparelhadas e, não raro, são focos de corrupção. Isso é inadmissível”, disse. Sampaio lembrou a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, que investigou a venda de pareceres técnicos para beneficiar grupos privados, envolvendo servidores da Anac e ANA, além de outros órgãos e da ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, muito ligada ao ex-presidente Lula.