terça-feira, 15 de outubro de 2013

Padre é preso por estelionato e curandeirismo

A Polícia Civil de Santa Catarina prendeu na segunda-feira, em Lages, um padre de 71 anos acusado de estelionato e curandeirismo. Geovanilzo Novais Mendes, conhecido como Frei Paulo Mendes, foi preso na companhia de Rodrigo Bombarda, 30 anos, em um sítio às margens da BR-116. Mesmo não sendo médico, o padre é conhecido por utilizar produtos medicinais e terapêuticos com promessa de cura, sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No momento da prisão, os golpistas estavam com mais de R$ 2,5 mil, dinheiro oriundo dos atendimentos realizados a mais de 30 vítimas, pouco antes da ação policial. Os valores cobrados pelos golpistas variavam entre R$ 30 e R$ 60, e a promessa era de cura para os mais diversos males. Durante o interrogatório, o padre afirmou que realiza atendimentos em várias regiões, exceto na cidade onde mora, em Barra Velha (SC), pois, segundo ele, tinha medo de ter problemas com a Justiça. Ao todo, foram apreendidos vários produtos medicinais, chás, pomadas e aproximadamente R$ 4 mil em espécie. Após procedimentos policiais, os conduzidos foram encaminhados ao Presídio Regional de Lages, onde permanecem à disposição da Justiça. 

Fonte: Terra

Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar) divulgou nota pública de apoio ao juiz Rafael Altoé que determinou a apreensão de drogas em Sarandi e prisão de traficantes, que culminou com a prisão dos policiais militares da P2 por parte do delegado de Sarandi Reginaldo Cetano da Silva.

Amapar emite nota pública em apoio ao juiz Rafael Altoé




  NOTA PÚBLICA A ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO PARANÁ – AMAPAR -, entidade que congrega os magistrados do Estado do Paraná, diante da nota pública veiculada pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná – Sidepol -, em seu site oficial (http://sidepol.org.br/2013/10/nota-de-repudio-investigacoes-da-pm/), em 10 de outubro de 2013, vem a público para esclarecer os fatos lá divulgados: 1 - O procedimento judicial de busca e apreensão mencionado na nota referida é uma medida cautelar, preparatória ou incidente a um processo penal, que tem como objetivo encontrar e apreender objetos utilizados em crime, drogas ilícitas, armas ilegais, pessoas vítimas de crime. 2 – No caso específico foi deferido pelo juízo um requerimento (tecnicamente chamado de representação) formulado pelo Ministério Público do Paraná, devidamente instruído com elementos indicativos de possível prática de narcotráfico. 3 - Causa estranheza a postura adotada pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Paraná ao criticar medida que redundou na apreensão de grande quantidade de entorpecente e na prisão em flagrante de duas pessoas - possivelmente envolvidos na prática de delito de tráfico de drogas, que, como é cediço, por se tratar de crime permanente, autoriza a intervenção policial a qualquer momento, sendo dispensável inclusive autorização judicial. 4 – Diferenças ou quezílias existentes entre determinados membros da Polícia Civil ou Polícia Militar – instituições valorosas a quem incumbe a segurança pública -, pouco interessam à população ou à apuração de crimes. O relevante é que os criminosos sejam presos, processados e punidos, assegurados os direitos e garantias individuais, e observado o devido processo legal. 5 – No Estado Democrático de Direito não se concebe possam as decisões judicias ser questionadas senão pelas vias processuais adequadas previstas no Código de Processo Penal – o que não ocorre no caso em comento. 6 - Ao invés de reclamar de cautelar que alcançou seu objetivo na rede mundial de computadores – apreensão de drogas e prisão de envolvidos -, pelo simples fato do trabalho preliminar ter sido realizado pelo serviço reservado da Polícia Militar em conjunto com o Ministério Público, o que a sociedade espera de todos os envolvidos é colaboração para diminuição da criminalidade – notadamente desta que envolve o crime organizado e fatos considerados hediondos. 7 – Para finalizar, os magistrados do Paraná, vem a público apresentar integral e incondicional apoio a conduta adotada pelo Juiz Direito Rafael Altoé, em exercício na Comarca da Região Metropolitana de Maringá, que cumprindo fielmente seu papel, em decisão fundamentada na Constituição Federal e Código de Processo Penal, determinou medida cautelar que implicou na apreensão de entorpecentes e prisão de envolvidos com o crime na cidade de Sarandi, Paraná. Curitiba, 11 de outubro de 2.013. JUIZ FERNANDO SWAIN GANEM Presidente da Associação dos Magistrados do Paraná

Morre ex-prefeito de Ivatuba e ex-presidente da Amusep




O ex-prefeito de Ivatuba (a 42 quilômetros de Maringá) e ex-presidente da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), Vanderlei Santini, sofreu um infarto fulminante e morreu na manhã desta terçaSantini estava em uma academia em frente à praça principal de Ivatuba quando passou mal e foi para casa. Ali, ele caiu. Levado ao hospital, que fica a apenas três quadras, não houve tempo de os médicos o socorrerem.-feira (15).

Preso em Maringá assessor do deputado Nishimori

Um assessor do deputado federal Luiz Nishimori (PSDB) foi preso acusado de peculato – apropriação indevida de bens e recursos públicos -, na tarde desta segunda-feira (14), na 9ª Subdivisão Policial (9ª SDP) de Maringá. Luis Fernando da Silva foi preso ao tentar registrar um Boletim de Ocorrência no local para informar o extravio de documentos pessoais. No entanto, a polícia verificou que havia um mandado de prisão em aberto contra ele. “É de praxe que haja a consulta sobre a situação criminal de quem faz o BO e do possível acusado de um crime”, explicou o delegado-chefe da 9ª SDP, Sérgio Barroso. Segundo o delegado-chefe, havia um mandado de prisão contra Silva expedido em 2012 pela juíza Kelly Sponholz, da Comarca de Astorga. No entanto, ele afirmou que não tinha detalhes sobre a prisão porque estava em Curitiba até o início da noite desta segunda-feira (14). Até o mesmo horário, a Polícia Civil informou que Luis Fernando da Silva estava preso na carceragem da 9ª SDP, em Maringá, e que ele deveria ser transferido para a Delegacia de Astorga em breve. No entanto, Polícia Civil de Astorga disse não ter sido informada da prisão de Silva até as 20 horas desta segunda-feira (14). A assessoria de imprensa do deputado federal Luiz Nishimori não foi localizada até o mesmo horário. Nesta segunda-feira (14), o deputado cumpria agenda oficial, ao lado de representantes da Prefeitura de Maringá, no Japão.