quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Jovem moradora de Sarandi é presa ao tentar entrar no minipresídio de Maringá com droga na vagina

De acorco com matéria publicada no jornal O Dário, uma jovem de 23 anos foi presa no fim da manhã desta quinta-feira (21), com 45 gramas de maconha na vagina. Segundo a Polícia Civil, ela tentava entrar com a droga no minipresídio da 9ª Subdivisão Policial de Maringá (SDP). A droga estava embrulhada em uma sacola plástica e foi descoberta quando Lilian Nascimento do Amaral passou pela revista íntima - procedimento padrão aos visitantes do minipresídio. Lilian, que está gravida de sete meses, recebeu voz de prisão por tráfico de drogas. Ela tentou se livrar da acusação alegando que pretendia fumar a droga com o marido - que está preso justamente por tráfico - no pátio da delegacia. Para visitar o marido na 9ª SDP, a jovem deixou as três filhas do casal - de 2, 4 e 8 anos - sozinhas em casa, no Jardim Independência, em Sarandi. Ao ser presa, ela disse que não havia ninguém que pudesse ficar com as crianças. O fato foi comunicado ao Conselho Tutelar. Segundo a polícia, Lilian saiu da cadeia há cerca de um mês. Ela foi presa junto com o marido por suspeita de envolvimento com o tráfico. Na ocasião, os policiais encontraram uma grande quantia de drogas na casa do casal. Depois de cinco dias na cadeia, a jovem ganhou a liberdade.

Prefeito usou dinheiro do Provopar para comprar voto, acusa TCE

O uso de dinheiro público para doações em ano eleitoral levou o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) a determinar a devolução de R$ 223.923,25 ao cofre do Município de São Jorge do Oeste, Sudoeste do Estado. A verba, destinada ao Provopar, foi usada para assistencialismo pelo prefeito do município na gestão 2005/2008, Adair Ceccato. O Provopar era presidido pela esposa dele, Luciana Graciele Ilkiu Ceccatto. Segundo técnicos da Diretoria de Análise de Transferências do TCE, o dinheiro foi usado na compra de produtos como óculos, medicamentos e materiais de construção destinado a moradores de baixa renda. Outra parte dos recursos foi utilizada no pagamento de exames, consultas, tratamentos odontológicos e auxílio-funeral, além de doações em dinheiro. Na avaliação da DAT, confirmada pelo Ministério Público de Contas e aprovada em plenário, as despesas foram ilegítimas e desvirtuaram o trabalho de uma instituição como o Provopar, que deveria atuar em projetos de geração de renda, inclusão social e melhoria da qualidade de vida da população mais pobre. O valor a ser devolvido deverá ser atualizado, com juros e correção monetária, desde a data dos repasses até o efetivo recolhimento. O Tribunal encaminhará cópia dos autos do processo ao Ministério Público Estadual, a quem cabe propor ações judiciais contra os responsáveis por danos a patrimônio público. O uso de dinheiro público para doações em ano eleitoral levou o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) a determinar a devolução de R$ 223.923,25 ao cofre do Município de São Jorge do Oeste, Sudoeste do Estado. A verba, destinada ao Provopar, foi usada para assistencialismo pelo prefeito do município na gestão 2005/2008, Adair Ceccato. O Provopar era presidido pela esposa dele, Luciana Graciele Ilkiu Ceccatto. Segundo técnicos da Diretoria de Análise de Transferências do TCE, o dinheiro foi usado na compra de produtos como óculos, medicamentos e materiais de construção destinado a moradores de baixa renda. Outra parte dos recursos foi utilizada no pagamento de exames, consultas, tratamentos odontológicos e auxílio-funeral, além de doações em dinheiro. Na avaliação da DAT, confirmada pelo Ministério Público de Contas e aprovada em plenário, as despesas foram ilegítimas e desvirtuaram o trabalho de uma instituição como o Provopar, que deveria atuar em projetos de geração de renda, inclusão social e melhoria da qualidade de vida da população mais pobre. O valor a ser devolvido deverá ser atualizado, com juros e correção monetária, desde a data dos repasses até o efetivo recolhimento. O Tribunal encaminhará cópia dos autos do processo ao Ministério Público Estadual, a quem cabe propor ações judiciais contra os responsáveis por danos a patrimônio público. Fonte: Bonde