sábado, 3 de maio de 2014

Prefeito de Sarandi De Paula anuncia construção de viaduto da Londrina




Na última sexta-feira (2), o entrevistado no meu programa de Rádio pela Banda 1 AM 1090 (http://www.banda1am.com.br/), foi o prefeito de Sarandi Carlos Alberto de Paula Jr (PDT). De Paula destacou dentre muitos assuntos,a construção do viaduto da Avenida Londrina, 20 milhões que serão investidos em rede de esgoto, novo parque ecológico, hospital de especialidades, asfaltamento em vários bairros e ainda respondeu perguntas dos ouvintes. 


OUÇA AQUI A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA

Além do centro, mais 4 bairros de Sarandi apresentam alto índice de infestação da dengue



A coordenação de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde de Sarandi fez o Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes Aegypti (Liraa) no município realizado no período de 28/04 á 01/05, cinco bairros estão com alto risco de infestação do mosquito da dengue o índice final foi de 2,9% Médio Risco. No Jardim das Torres, ´Parque São Pedro,Jardim Verão,Jardim Paulista,Centro-o índice foi de 3,0% considerado de (Alto Risco). No Jardim Independência,Jardim Universal índice de-2,8 (Médio Risco). No Jardim Cometa, Jardim Esperança,Parque Industrial,Jardim Nova Aliança -2,7% (Médio Risco). Nos Jardim Panorama,Parque Alvamar,Jardim Tropical,Jardim Novo Independência Residencial São José-1,8% (Médio Risco) e no Jardim Ouro verde II -0,0%. 

Fonte:  Assessoria de Comunicação de Sarandi

Pesquisa Sensus sinaliza 2º turno na sucessão



Pesquisa realizada pelo instituto Sensus e divulgada na madrugada deste sábado no site da revista IstoÉ sinaliza que a disputa presidencial de 2014 deve ser decidida no segundo turno. Dilma Rousseff amealhou 35% das intenções de voto. Aécio Neves, 23,7%. E Eduardo Campos, 11%. Somando-se os percentuais atribuídos a Aécio e Campos, chega-se a 34,7%, apenas 0,3% abaixo dos 35% de Dilma. Numa pesquisa em que a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, essa diferença é estatiscamente negligenciável. Significa dizer que, se a eleição fosse hoje, a disputa escorregaria para o segundo turno. Num cenário em que foram incluídos oito candidatos, inclusive os nanicos, Dilma obteve 34%. Aécio ficou com 19,9%. Campos cravou 8,3%. Somando-se Aécio e Campos aos outros seis nomes mencionados pelos pesquisadores, os antagonistas da presidente chegam a 32,4%. Uma diferença de 1,6%. Portanto, considerando-se a margem de erro, permanece a indicação de segundo turno. Os dados vieram à luz poucas horas depois de o PT ter aclamado Dilma como sua pré-candidata num encontro nacional realizado em São Paulo. “Precisamos parar de imaginar que existe outro candidato que não seja a Dilma nesse partido”, discursou Lula, para uma plateia de 800 delegados estaduais do PT. “Quando a gente brinca com isso, nossos adversários tiram proveito.” A nova sondagem eleitoral conspira contra o esforço de Lula para silenciar o coro entoado pelos petistas e aliados que pedem o seu retorno. O diretor do Sensus, Ricardo Guedes Ferreira Pinto, afirma que a leitura completa da pesquisa indica que Dilma “terá muita dificuldade para reverter o quadro atual.”Perscrutaram-se também os cenários de um eventual segundo turno. Se tivesse que medir forças com o rival tucano, Dilma teria, hoje, 38,6% das intenções de voto, contra 31,9% de Aécio. A diferença entre os dois jamais foi tão estreita: 6,7 pontos. Numa disputa com Eduardo Campos, Dilma teria vantagem menos desconfortável: 39,1% a 24,8%. “O que se percebe é que, no último mês, passou a ocorrer uma migração de votos da presidenta para candidatos da oposição. Antes, as pequenas quedas de Dilma aumentavam o índice de indecisos”, afirma Ricardo Guedes. A pesquisa traz outro dado preocupante para Dilma: a taxa de rejeição dele é maior do que a de seus principais antagonistas. Hoje, 42% dos eleitores declaram que não votariam em Dilma de jeito nenhum. O índice de rejeição de Campos é de 35,1%. 

O de Aécio, 31,1%. Ouça-se o diretor do Sensus: “Como a presidenta é a mais conhecida dos eleitores, não é surpresa que tenha também um índice maior de rejeição, mas 42% é muita coisa.” Ele acrescenta: “Não me recordo de nenhum caso de alguém que tenha conseguido se eleger chegando ao segundo turno com mais de 40% de rejeição. E o quadro atual não é favorável para a presidenta reverter esses números.” O Sensus ouviu 2 mil eleitores entre os dias 22 e 25 de abril. A pesquisa foi reaizada em 136 municípios de 24 Estados. A exemplo que já foi apontado por outros institutos, constatou-se que a inflação intoxica o humor do eleitorado. A grossa maioria dos entrevistados (65,9%) disse que, hoje, tem um poder de compra menor do que há um ano. Quer dizer: ao anunciar a correção da tabela do Imposto de Renda e elevar o valor do Bolsa Família, Dilma corre atrás do prejuízo. Perguntou-se sobre o desempenho de Dilma na Presidência. Verificou-se que o percentual dos que a desaprovam (49,1%) é maior do que a taxa dos que aprovam a atuação dela (40,2%). Quanto à avaliação do governo, apenas 29,6% disseram enxergar a administração federal de maneira positiva. Para 34,2%, o governo é apenas regular. Outros 31,9% vêem a atual gestão de forma negativa. Somando-se o índice regular com o negativo, percebe-se que 66,1% do eleitorado faz restrições ao governo Dilma. Isso a apenas seis meses da eleição.