terça-feira, 13 de maio de 2014

Sarandi: Viaduto da Londrina obras vão começar ainda este ano





Depois de quatro anos em busca de recursos e apoio para a construção do viaduto da Avenida Londrina, o prefeito de Sarandi Carlos Alberto de Paula Junior, conseguiu um acordo com a concessionária que administra a Rodovia, a Viapar, com a aprovação do Departamento de Estradas e Rodagem, para que o viaduto seja feito. Para o prefeito de Sarandi este viaduto vai resolver definitivamente um dos maiores problemas de congestionamento na região central da cidade. De Paula explica que o projeto já está sendo feito, e que o levantamento topográfico já começou a ser feito. “ A Avenida Londrina vai passar por baixo do viaduto em uma trincheira, vai ser implantado o sistema binário na Avenida Londrina e na Borsari Neto”. Conforme ele a obra vai começar ainda este ano, o trânsito da Avenida Colombo vai ser desviado para as vias marginais, depois que a concessionária fizer o recape, não será permitido o estacionamento em nenhum dos lados, o sinaleiro da Avenida Londrina vai ser colocado na última Rua do Jardim Verão, José Galindo Garcia que vai ser só de entrada na cidade e a Rua Davi Pavão,vai ser a saída, será feito uma ferradura que fará a ligação da zona sul com a zona norte. O investimento da concessionária na obra será de R$ 26 bilhões com previsão de conclusão de 1 ano. 

 Assessoria de Comunicação de Sarandi 

OUÇA AQUI A FALA DO PREFEITO DE PAULA SOBRE O VIADUTO

Sarandi: Vereador Erasmo pede implantação de um Pronto Atendimento Infantil




Na sessão ordinária da Câmara de vereadores de Sarandi realizada na tarde desta segunda-feira (12), foi aprovado requerimento de Nº 139/2014 de autoria do vereador Erasmo Cardoso Pereira (Erasmo da Saúde). O requerimento solicita ao prefeito Carlos Alberto De Paula Jr,  a realização de estudos através do departamento competente, com objetivo de implantar um Pronto Atendimento Infantil no local do antigo Pronto Socorro "NIS III".

A 35 dias da Copa, país tem série de protesto



A 35 dias da Copa do Mundo, o país voltou a ter uma série de manifestações, relacionadas direta ou indiretamente com o Mundial. Foram registradas mobilizações em 12 regiões metropolitanas. Em Curitiba, manifestação no Contorno Sul, na CIC, bloqueou os dois sentidos da rodovia por duas horas. Os manifestantes protestaram contra despejos em vilas da região, além de pedirem a regularização fundiária de casas com pendências e mudanças no programa do governo federal Minha Casa Minha Vida. Em São Paulo, sem-teto que criticam os gastos com o evento invadiram sedes de três empreiteiras que participam da construção de estádios. Pouco depois, líderes do grupo foram recebidos pela presidente Dilma. A oposição criticou o encontro e atribuiu os protestos a um sentimento de rejeição ao governo. No Rio, motoristas e cobradores em greve por aumento de salário danificaram 467 ônibus, segundo as empresas. Apenas 30% da frota circulou, prejudicando o deslocamento de milhares de trabalhadores.