sábado, 6 de setembro de 2014

Crianças do CMEI de Sarandi recebem avaliação nutricional



Alunos do curso de medicina da Faculdade Uningá de Maringá estiveram hoje (5) em Sarandi no Centro de Educação Infantil Pedancinho do Céu realizando um trabalho para acompanhar o crescimento das crianças. O CMEI atende 194 crianças de 0 a 4 anos, que foram medidas e pesadas pelos alunos do 4º e 5º ano de medicina. Segundo a coordenadora pedagógica do Centro, Rosângela Sales, a Secretaria de Saúde de Sarandi tem uma parceria com a Faculdade, que trouxe grandes benefícios para as crianças. A primeira turma a desenvolver um trabalho com as crianças do centro foi a de fisioterapia, que durante 5 anos acompanhou e orientou crianças que tinham problemas com postura. Os alunos são acompanhados pela enfermeira da Clinica Materno Infantil de Sarandi Adriana Santana e pela pediatra, Dra. Débora Valadares, que explica as etapas deste trabalho. Os alunos estão fazendo uma avaliação nutricional, pesando e medindo as crianças, depois estes dados vão ser levados para as Unidades de Saúde para serem analisados junto com as informações dos postos, depois cada criança vai ser avaliada, se houver necessidade de acompanhamento médico, será disponibilizado horário na Clinica Materno Infantil, onde a Uningá presta atendimento 3 vezes por semana, para que estas crianças sejam atendidas. Uma nova avaliação vai ser feita em seis meses, para que o desenvolvimento das crianças seja acompanhado pela Faculdade. 

 Com informações:  Comunicação de Sarandi

Marina lidera no Paraná, aponta Ibope





Na disputa ao Palácio do Planalto, a pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (5) indica que Marina Silva (PSB) é a primeira colocada no Paraná, com 34% das intenções de voto – cinco pontos porcentuais a mais do que o último levantamento do instituto. Dilma Rousseff (PT) manteve os 28% e está em segundo lugar. Já o tucano Aécio Neves tinha 24% e agora aparece com 22%. Pastor Everaldo (PSC) tinha 2% e agora tem 1% das intenções de voto, assim como Eduardo Jorge (PV), que manteve o mesmo porcentual de 1%. Outros candidatos somam 2% das intenções de voto. O Ibope mediu o grau de confiança dos eleitores nos atuais governantes. Conforme o instituto, 60% dos entrevistados aprovam a gestão do tucano Beto Richa à frente do governo do estado. Já em relação à presidente Dilma Rousseff, 56% dos eleitores paranaenses desaprovam sua gestão e 38% aprovam. A pesquisa Ibope encomendada pela RPC TV, entrevistou 1008 eleitores em 58 municípios do estado entre os dias 1º e 3 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) sob o protocolo nº PR–00029/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº BR–00523/2014.

Sarandi: Prefeitura convida para Audiência Publica



O Prefeito de Sarandi Carlos Alberto de Paula Junior convoca a população entidades de classe, associações representativas, conselhos municipais, servidores municipais, partidos políticos e a imprensa para Audiência Publica, de apresentação e discussão do projeto de implantação de um centro profissionalizante nas dependências do Ginásio de Esportes, localizado na Rua 10 do Jardim Nova Independência 2º parte. A Audiência será no dia 9 de setembro às 19h30min, na Rua 10 ao lado do Ginásio de Esportes do Jardim Nova Independência 2º parte. 

Com informações:  Comunicação de Sarandi

Jovens ficam sem o movimento das pernas após vacina HPV



Após apresentarem reação à segunda dose da vacina contra o HPV, duas das 11 adolescentes atendidas no Hospital Municipal de Bertioga, no litoral de São Paulo, continuam internadas na unidade. Elas apresentam sintomas parecidos e não consAcompanhadas pelas mães, as adolescentes Luana e Mariana, de 12 e 13 anos, precisaram retornar ao hospital. As duas haviam sido atendidas anteriormente na unidade entre quarta (3) e quinta-feira (4) e liberadas, mas voltaram a apresentar os mesmos sintomas que tiveram após a aplicação da vacina e ficaram internadas. Luana deu entrada no hospital na noite desta quinta, uma hora depois de ter alta da unidade, e Mariana, na manhã desta sexta-feira (5). Segundo a empregada doméstica Rosália Alves Barros, mãe de Luana, a filha começou a passar mal há dois dias, cerca de uma hora depois de ter tomado a vacina no colégio. Ela, Mariana e as outras meninas que apresentaram os sintomas estudam na mesma escola. “A minha filha estava bem. Ela recebeu a vacina às 12h, e às 13h começou a passar mal na escola. Tremia e sentia uma dor de cabeça muito forte”, conta a mãe, de acordo com o que ouviu de funcionários da unidade escolar que socorreram a menina.eguem andar, porque não sentem o movimentNo mesmo dia, Luana foi medicada e teve alta. No entanto, os sintomas persistiram no dia seguinte. “Eu estava no trabalho e me ligaram da escola, dizendo que a Luana estava passando mal de novo. Aí eu fiquei preocupada”, relata Rosália. Mais uma vez, a menina foi medicada e liberada, mas quando chegou em casa, passou mal pela terceira vez. “Ela estava deitada no sofá e, de repente, começou a tremedeira, a dor de cabeça e a tontura. E da cintura para baixo, ela paralisou”, diz a mãe. Com Mariana, a reação se deu de forma parecida. De acordo com a mãe da adolescente, a diarista Fabíola Freitas de Lima, a filha tomou a vacina no mesmo dia que Luana e também começou a passar mal em seguida. “Foi na saída da escola. Ela estava indo para casa acompanhada de uma colega, quando teve a tremedeira na rua e desmaiou. Uma viatura da ronda escolar passava na hora, e a outra menina pediu socorro. Aí trouxeram a Mariana para o hospital”, lembra a mãe.o das pernas.A menina também foi medicada e liberada no mesmo dia, mas voltou a passar mal. Na terceira vez que procurou o hospital, ficou internada. “A Mariana já teve reação quando tomou a primeira dose da vacina. Ela desmaiou e teve dor de cabeça, mas não sentiu nada nas pernas. Agora, ela não consegue andar”, descreve Fabíola. As meninas aguardam a realização de um exame que vai determinar o motivo dos sintomas. As mães garantem que elas estão calmas, mas quando cessa a aplicação da medicação, os sintomas reaparecem. “Com remédio, elas ficam bem. Até conseguem se locomover com dificuldade. Mas, quando o remédio acaba, voltam as tremedeiras, as dores e elas choram muito”, afirma Rosália. Ela ressalta que os médicos não dão explicações. “Eles só acham estranho, mas não falam nada e a gente fica nessa agonia”, diz a mãe, nervosa. Fabíola acrescenta que a preocupação das mães é que as filhas tenham complicações por causa da reação à vacina. “Elas começam a passar mal e a gente não sabe o que vai acontecer. A gente fica com medo do estado de saúde delas se complicar, e elas ficarem com sequelas”, finaliza. Segundo Ministério da Saúde, a vacina é segura e recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Quase cinco milhões de meninas em todo o Brasil já foram imunizadas contra o vírus HPV, que é o causador do câncer de colo de útero, o terceiro que mais leva mulheres à óbito no País. Em nota, a Prefeitura de Bertioga informa que as reações estão sendo investigadas e que a orientação da Secretaria Estadual da Saúde é não suspender a aplicação da vacina.



Com informações G1