segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Entra em vigor a mudança no transporte coletivo de Maringá




A partir desta segunda-feira (12), o pagamento das passagens para os ônibus do transporte coletivo, em Maringá, será feito apenas com cartão magnético. Motoristas, que acumulavam a função de cobradores, não poderão mais receber dinheiro em espécie. A decisão foi tomada, ano passado, pelo prefeito municipal Carlos Roberto Pupin (PP). Desde então, a empresa foi obrigada a fazer adequações. Para atender à demanda, a Transporte Coletivo Cidade Canção que opera o sistema instalou quatro pontos para retirada do cartão e 41 locais para recarga em Maringá; cinco, em Sarandi; um, em Paiçandu; e outro, no distrito de Iguatemi. Dos pontos disponíveis pela empresa para o fornecimento do cartão, dois vão funcionar de segunda-feira a domingo, 24 horas, por dia. Eles estão instalados na rodoviária e aeroporto de Maringá. A primeira via do cartão é gratuita. Para solicitar a segunda, é cobrada uma taxa de R$ 16. No cadastramento é necessário apresentar o CPF e o cartão, que é pessoal e intransferível, é liberado na hora. Em caso de perda ou roubo o cartão pode ser bloqueado e reemitido ao usuário. O fim da cobrança em dinheiro, extingue a passagem com valor mais alto que é de R$ 3,25 para os passageiros que faziam o pagamento ao motorista. Com o cartão, a tarifa é de R$ 2,75. Os bônus oferecidos para horários de movimento menor vão ser mantidos. A medida também afeta os idosos e pessoas com deficiência. A Setrans cadastrou, até a última sexta-feira (9), 27 mil pessoas que têm direito à gratuidade. O número é bem abaixo do esperado, que era de 40 mil. A partir de segunda-feira, essas pessoas deverão embarcar no coletivo pela porta da frente. Apesar da obrigatoriedade, algumas exceções serão toleradas. No caso de cadeirantes, por exemplo, o embarque permanecerá sendo feito pelo sistema de elevador, instalado nas portas de trás dos ônibus.


Fonte : O Diário

Deputados estaduais faltaram a 15% das sessões de 2014

Os deputados estaduais do Paraná faltaram, juntos, a 910 sessões deliberativas em 2014, o que corresponde, na média, a 14,93% das 113 plenárias ordinárias realizadas entre fevereiro e dezembro. O número tem base no registro feito no Portal da Transparência da Assembleia Legislativa (AL) do Estado. O regimento interno da AL prevê que os membros da Casa tenham o valor correspondente a 1/30 de seus vencimentos abatido a cada sessão perdida. A regra, contudo, não vale para as faltas justificadas, que englobam, entre outras motivações, licença para tratamento de saúde, audiências com ministros e compromissos assumidos em nome do Legislativo. Das ausências contabilizadas em 2014, somente 191 se enquadram no critério utilizado para os descontos. Como os salários hoje giram em torno de R$ 20 mil, isso significa que a perda somada foi de aproximadamente R$ 127 mil.