quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Número de acidentes reduz 24% nas rodovias estaduais do noroeste do PR



O balanço da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), divulgado nesta quarta-feira (18), mostrou uma queda de 24% no número de acidentes nas rodovias que cortam o noroeste do Paraná. No feriado de Carnaval deste ano também não foram registradas mortes nos locais onde ocorreram acidentes. O levantamento foi feito entre sexta-feira (13) e o início da manhã desta quarta-feira de Cinzas. A operação termina às 13h desta quarta. Ainda de acordo com o levantamento, nos seis dias de operação, foram registrados 25 acidentes, com 34 feridos. Em 2014, foram 33 acidentes, com 42 feridos e três mortes.No balanço, a PRE contabiliza apenas as mortes que ocorreram nos locais do acidente e não que aconteceram nos hospitais. Por isso, não há registro dos dois óbitos nas rodovias PR-323, em Cianorte, e na PR-082, entre Alto Paraíso e Icaraíma. Nos dois casos, os motoristas morreram assim que chegaram aos hospitais. Além da redução de acidentes, ainda houve queda no número de multas aplicadas. Foram emitidas 284 notificações neste ano, 45,9% a menos do que em 2014, quando foram registradas 525 infrações. A Polícia Rodoviária afirma que os números positivos são reflexos de um conjunto de ações preventivas da própria polícia, como aumento do número de policiais nas rodovias durante o feriado, e também porque os motoristas estão mais conscientes. "A chuva é um fator perigoso e pode ser uma das principais causas de acidentes. Porém, as pessoas estão mais cautelosas, a velocidade imprimida nas estradas é menor. Além disso, o fato do policial estar na rodovia também faz com que os motoristas repensem suas atitudes no trânsito", detalha o subcomandante da 4ª Companhia, tenente Alexandro Marcolino Gomes. O balanço da PRE aponta ainda um aumento de 100% no número de apreensões na região. No feriado foram feitas três apreensões de contrabando de mercadorias, duas de drogas e medicamentos e uma de armas e munição.

Brasileiro paga R$ 26 por dia de impostos



Com base nos dados do Impostômetro, o Instituto Assaf mostra que cada brasileiro paga R$ 26,00 em impostos diariamente. Em 15 anos, a carga tributária brasileira saltou de R$ 0,35 trilhão, em 2000, para R$ 1,85 trilhão até dezembro de 2014, um aumento de 423% no período, que corresponde a um crescimento na arrecadação efetiva de 11,7% por ano. Isso quer dizer que cada cidadão pagou R$ 2.085,04 em impostos no ano 2000 – ou R$ 6 por dia. Esse valor aumentou para R$ 9.342,45 em 2014, resultando nos R$ 26/dia. As informações são da Folha de Londrina. No mesmo período, o salário mínimo, usado como base de renda para a comparação do estudo, saiu de R$ 151,00 para R$ 724,00 no ano passado, um aumento de 379,5%. Fabiano Guasti Lima, diretor do Instituto Assaf, destaca que a carga tributária subiu acima da inflação nos últimos anos. Entre 2000 e 2014, o IPCA registrou elevação média por ano de 6,45%. "A arrecadação é muito grande - duas ou três vezes o PIB da Argentina - com relação ao nosso retorno é pífio, muito abaixo de países da América do Sul, como Uruguai e Chile. Se não precisássemos pagar assistência médica particular, escola particular, pedágio, colocar cerca elétrica na casa, talvez a carga tributária não fosse tão importante assim", estima o presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, João Elói Olenike. A carga tributária do Brasil não é a mais elevada do mundo e, sim, a da Dinamarca, que representava 48,6% do PIB (dados de 2013). Por aqui, o percentual é de 35,95% no mesmo ano, enquanto ficava em 30,4% no ano 2000. Nos Estados Unidos, o índice chega a 25,4%, no Chile a 20,2% e México, 19,7%. O questionamento que se faz é sobre o retorno em serviços públicos nesses países. "Sempre acaba que o povo vai pagar o preço mais alto. É falta de uma administração pública eficiente", opina Olenike.

Desconto de 15% no IPTU em Sarandi termina na sexta-feira

O contribuinte de Sarandi que quiser aproveitar o desconto de 15% para pagamento do IPTU avista tem até esta sexta-feira dia 20 de fevereiro. A Prefeitura avisa que não vai haver prorrogação deste prazo. Para quem vai pedir o parcelamento a primeira parcela também tem que ser paga na sexta, o desconto é de 5% e pode ser pago em 5 vezes com vencimento se dois em dois meses. O contribuinte que está inadimplente pode pagar os débitos em até 12 vezes sem juros, e evitar que o imóvel seja executado. 

 Assessoria de Comunicação de Sarandi