sábado, 14 de março de 2015

Chuva arranca asfalto de má qualidade em Sarandi Pr

Vejam a situação que estão algumas ruas do Jardim Verão com o asfalto totalmente deteriorado, após as chuvas que caíram nos últimos dias.Revoltados moradores do bairro pedem imediata solução por parte da administração Sarandiense.





Separatistas querem plebiscito em 2016



O movimento 'O Sul é Meu País', que prega a autonomia da região Sul do Brasil, anunciou que fará uma consulta pública para medir o apoio dos moradores de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul à proposta de separação do restante do Brasil. A ideia foi aprovada por lideranças do movimento nos três estados. Os separatistas querem que o “plebiscito” ocorra em paralelo às eleições municipais de 2016. Já fizeram consulta ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina e afirmam que, se ficarem no lado de fora dos locais de votação, a prática não seria ilegal. A consulta deve ocorrer apenas nos municípios onde há sede do movimento e deve ouvir um milhão de pessoas.

PT defendia saída de FHC no início de 99




"Após frustrar irremediavelmente a generosa expectativa da nação, resta ao presidente uma única atitude: reconhecer o estado de ingovernabilidade do país e propor ao Congresso uma emenda constitucional convocando eleições presidenciais para outubro, dando um desfecho racional ao seu segundo e melancólico mandato, que terminou antes mesmo de começar". O trecho de texto acima bem que poderia entrar no contexto atual, com a deterioração econômica e a frustração dos eleitores com o governo Dilma, mas é parte de um artigo assinado por Tarso Genro, membro do diretório nacional do PT, em janeiro de 1999, logo após o presidente Fernando Henrique Cardoso assumir seu 2º mandato. Genro completava: "A sociedade brasileira, democraticamente, precisa superar o estupor e a letargia e desencadear um amplo processo de mobilização capaz de articular todos os sujeitos interessados na reestabilização econômica e social do país, para sensibilizar o Congresso e chamar o presidente à razão".

Manifestantes recebem R$ 35 para ir a ato a favor de Dilma em SP



Dezenas de manifestantes já começaram a se reunir na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo, nesta sexta­-feira, onde haverá à tarde um ato organizado por sindicatos e movimentos sociais como CUT e MST em defesa da democracia e da manutenção de Dilma Rousseff na Presidência. Perto do prédio da Fundação Cásper Libero, pessoas com um balão gigante da CUT nas mãos afirmaram ter recebido R$ 35 para participar da manifestação. É o caso de Edmilson Barbosa, desempregado, que viu na participação do ato desta sexta um “bico” para ajudar em sua renda. Barbosa disse que um ônibus pegou os trabalhadores no bairro do Brás e os levou até a Paulista. Entre as pessoas contratadas para segurar balões estão imigrantes que não falam português. No vão livre do Masp, estão concentrados militantes da Apeoesp, sindicato de professores da rede estadual, que protestam contra o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), e pedem aumento salarial. Cartazes do Partido da Causa Operária (PCO) colados em tapumes na avenida Paulista afirmam que o ato desta sexta é contra a “direita golpista” que no domingo fará manifestações contra o governo federal e a favor do impeachment de Dilma. Ônibus vindos do interior começaram a chegar no local trazendo militantes do MST e do Movimento dos Atingidos por Barragens. Um grupo de 45 pessoas ligadas ao MST viajou quatro horas desde a cidade de Agudos até a avenida Paulista. No fim da manhã desta sexta-­feira, a poucas horas do início do ato, o número de policiais na avenida ainda é reduzido. A CUT pediu reforço no policiamento com receio de confronto e de atos violentos, já que grupos contra o governo devem ir à manifestação dos movimentos sociais. Há receio também de que os entulhos das obras de construção de uma ciclovia na avenida Paulista possam ser usados pelos manifestantes de houver briga. No começo do ano a Polícia Militar proibiu manifestações do Movimento Passe Livre (MPL) na avenida Paulista, justamente por receio do uso do entulho em um eventual confronto.