quarta-feira, 15 de julho de 2015

Secretaria de Desenvolvimento de Sarandi abre 180 vagas para cursos gratuitos



A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Sarandi assinou nesta terça-feira (14) convenio com o Senai para ministrar cursos profissionalizantes gratuitos no município. O investimento da prefeitura será de R$170 mil reais.
Segundo o secretario, Jair Carneiro serão 180 vagas em 6 cursos profissionalizantes, que começam em Agosto até Dezembro, a idade mínima é 16 anos. Todos os cursos serão ministrados na Secretaria de Desenvolvimento por técnicos do Senai, com turmas de manhã e a noite, no termino os alunos receberão o certificado de conclusão.
 O Secretario explica que terão prioridade na inscrição, às pessoas que já estão sendo atendidas pela Secretaria de Assistência Social. “Nós queremos trabalhar em conjunto com a Assistência, os cursos são abertos para toda a população mais vamos dar prioridade para aquelas pessoas que já são atendidas pelos programas da secretaria, criando mais alternativas para estas famílias, ampliando as oportunidades no mercado de trabalho”.

Os Cursos  

Curso Profissionalizante de Modelista de Roupas

Curso Profissionalizante de Eletricista Instalador Residencial

Curso Profissionalizante de Eletricista de Automóveis

Curso Profissionalizante de Costura Industrial do Vestuário

Curso Profissionalizante de Auxiliar de Padaria e Confeitaria

Curso Profissionalizante de Mecânica de Automóveis

As inscrições devem ser feitas na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, na Avenida Antonio Volpato, telefone: 3126-1100, com os documentos pessoais, comprovante de residência, todos os cursos são gratuitos.

Assessoria de Comunicação de Sarandi

Aguardando Janela

Deputados do PMDB do Paraná aguardam apenas a oficialização da chamada “janela” pelo Congresso Nacional para deixar o partido. Os parlamentares avaliam que a legenda tende a minguar, já que permanece sob controle do senador Roberto Requião, que pretende lançar o filho, deputado Requião Filho, candidato a prefeito de Curitiba no ano que vem. Eles acusam Requião de insistir na política de privilegiar os interesses familiares, em detrimento de um projeto de fortalecimento e abertura da legenda para novas lideranças. As informações são do Bem Paraná.

Aliel duas caras

O deputado Aliel Machado (PCdoB-PR) mostrou mais uma vez que joga de um modo para o eleitorado de Ponta Grossa e de outro com o resto do Paraná. Quando o assunto é a construção do Contorno Norte nos Campos Gerais com a possível renovação do contrato com a Rodonorte, Machado participa de reuniões, conversa com o ministro do Transporte e se propõe a ajudar nas negociações. Agora, quando o setor propõe iniciar um amplo debate envolvendo o governo federal, governo do estado e as concessionárias para executar mais obras e reduzir o pedágio, o deputado critica ferozmente o movimento.

Crise atual ainda vai 'piorar', avalia Lula




Preocupado com os efeitos da Operação Lava Jato sobre o governo, que já enfrenta grave crise política, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na terça-feira (14) com a presidente Dilma Rousseff e ministros, no Palácio da Alvorada, para montar a estratégia de reação. No diagnóstico de Lula, o estrago foi grande com as buscas e apreensões realizadas em casas de políticos da base aliada, como o senador Fernando Collor (PTB-AL), e o cenário previsto é de mais dificuldades. "Preparem-se porque as coisas vão ficar piores", afirmou o ex-presidente, segundo relatos obtidos pelo jornal "O Estado de S. Paulo". O encontro começou por volta do meio-dia, com um almoço, e terminou às 16h30. Lula estava furioso com a forma como a Polícia Federal vem agindo e disse a Dilma que ela precisa sair logo dessa agenda negativa. "Você não tem que ficar falando de Lava Jato", esbravejou Lula, de acordo com dois participantes da reunião no Alvorada. "Você tem que governar, ir para a rua, conversar com o povo, divulgar os seus programas. Não pode ficar só nessa agenda de Lava Jato e ajuste fiscal." Antes de se reunir com Dilma, Lula esteve com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Pediu a ele que insista em divulgar as medidas para a etapa seguinte ao ajuste porque, na sua avaliação, o governo deve "vender" esperança. Para o ex-presidente, a aprovação de Dilma e mesmo a dele desmoronaram muito mais por problemas na economia do que por denúncias de corrupção na Petrobras. Lula disse a Levy que o governo ainda erra na comunicação. "O ajuste fiscal não pode ser apresentado como um fim em si mesmo", insistiu. "O que nós temos que mostrar para as pessoas é onde queremos chegar." A conversa entre os dois foi cordial. Tanto que, no Alvorada, Lula afirmou que as divergências entre Levy e o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, sobre a redução da meta fiscal precisam ser contornadas. O ex-presidente cobrou unidade no governo e chegou a elogiar o vice Michel Temer, que comanda o PMDB e é articulador político do Planalto. Dilma concordou com o padrinho, mas não escondeu a insatisfação com as últimas críticas feitas por ele. Afirmou, ainda, nada poder fazer em relação às investigações da PF. Nos bastidores, políticos dizem que os próximos alvos são os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).