quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Ministro Kassab libera recursos para saneamento em Sarandi



O Ministro das Cidades Gilberto Kassab veio a Sarandi nesta quarta-feira (23) liberar recursos para a ampliação da rede de esgoto sanitário do município. Os R$ 20,8 milhões, com mais R$ 2 milhões de contrapartida da prefeitura serão usados para a fazer a ligação de 25 mil residências a rede de esgoto . Os recursos que estão sendo liberados são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Esgoto). O Deputado Ricardo Barros lembrou que estes recursos foram liberados a Sarandi a fundo perdido e que foram necessárias muitas mãos para chegar a este objetivo. O superintendente da Caixa Econômica Federal, Roberto Luiz Bachmann, falou que o município foi o que mais recursos recebeu no Paraná, dos governos, cerca de R$52 milhões, e salientou a importância da parceria com a Caixa Econômica que esta fazendo parte do desenvolvimento a cidade. A vice governadora Cida Borghetti, parabenizou o prefeito Carlos de Paula por mais esta conquista, e disse que a cidade da um importante passo em seu desenvolvimento. O prefeito, Carlos de Paula agradeceu a Deus por poder estar presenciando as grandes obras do município e de poder estar fazendo parte desta historia. De Paula agradeceu também o empenho do deputado Edmar Arruda e a competência do Deputado Ricardo Barros que ajudou na conclusão da liberação dos recursos. “Esta obra é fundamental para Sarandi, não vamos mais correr o risco de ver nossos lençóis freáticos contaminados pelos fossas cépticas, vamos dar qualidade de vida para o nosso povo, este esgoto vai ser mais uma benção para a nossa cidade. Agradeço a todos os nossos servidores que trabalharam incansavelmente para que o projeto ficasse pronto”, completou o prefeito. O Deputado Edmar Arruda agradeceu ao Deputado Ricardo Barros que trabalhou com ele em prol da liberação destes recursos. “Nós conseguimos vencer os problemas e finalmente vamos dar mais qualidade de vida para Sarandi”, disse Edmar. O Ministro Gilberto Kassab, falou da importância do saneamento básico. “É com muita alegria que venho hoje a Sarandi para a liberação deste recursos, que vão representar mais saúde para a população, com infraestrutura se obtém um crescimento ordenado e com qualidade de vida”. 






Informou Assessoria de Comunicação de Sarandi

Governo federal acumula dívida de R$ 623 bilhões em três anos



Desde 2012 o governo federal deixa de pagar boa parte dos seus compromissos. Inclusive os previstos na lei orçamentária aprovada pelo Congresso. Ao todo já são R$ 623 bilhões de despesas de custeio (mais de seis vezes o orçamento para a saúde), investimentos ou repasses para prestadores de serviços com pagamentos atrasados e sem perspectiva de que serão quitados. Esse valor representa mais de seis vezes todo o orçamento da União para a área de saúde. Em 2012, o governo deixou de pagar R$ 177 bilhões, em 2013 foram R$ 219 bilhões e em 2014 R$ 227 bilhões. As despesas crescem cumulativamente, mas sem juros ou multas. A rubrica “restos a pagar” há muito se transformou em um dos folclores do Orçamento da União, uma espécie de limbo onde flutua um dinheiro virtual que, de vez em quando, vira real e é pago pelo governo. Mas sem regras, prazos ou garantia de pagamento. O senador Acir Gurgaz (PDT-RO) propõe que Executivo e Congresso negociem um cronograma de pagamento das despesas atrasadas inscritas na rubrica restos a pagar. Governista, Acir contrariou o Tribunal de Contas da União e apresentou parecer, nesta terça-feira (22), pela aprovação com ressalvas das contas do governo referentes a 2014. O atraso na liquidação das despesas do governo também passou a ser um dos argumentos da oposição para a rejeição das contas da gestão Dilma Rousseff – tese que cai por terra com a provável aprovação do parecer de Acir na Comissão Mista do Orçamento, que tem maioria governista. Mas essa situação é antiga e se repete sem uma proposta de resolução. No orçamento do próximo ano aprovado pelo Congresso também não está previsto o pagamento destes R$ 623 bilhões.


Com informações Congresso em foco