Homem é preso suspeito de mandar matar sogro português em Maringá



Três pessoas foram presas suspeitas de planejar e matar um empresário português que morava em Maringá, no norte do Paraná. Entre os presos está o genro da vítima, que, segundo a Polícia Civil, foi quem encomendou o assassinato. Além do genro da vítima, a polícia ainda prendeu duas mulheres que seriam amigas. Uma delas trabalhava de diarista na casa do empresário assassinado, e teria sido a autora dos disparos. "Os disparos foram efetuados pela diarista, e isso chamou muito a atenção da equipe de investigação. Foi apurado que ela já tinha experiência no manuseio de arma de fogo, pois ela teria feito um curso de segurança privada", detalha o delegado-chefe Osmir Ferreira Neves. Segundo a Polícia Civil, o homem teria chamado o sogro para ir a uma farmácia e no caminho teriam sido abordados pelas mulheres que se passaram por assaltantes. A vítima foi levada para uma estrada rural onde foi assassinada. "Os autores planejaram o delito há cerca de 30 dias, e dentro do plano eles imaginavam que comunicando a Polícia Civil que o empresário foi vítima de roubo seguido de sequestro, poderiam enganar a ação policial", argumenta Neves. O crime ocorreu na Avenida Mandacaru, próximo ao Jardim Monte Rei. Imagens cedidas pela polícia mostram o carro onde estariam a vítima e o genro dele, e logo atrás, em outro veículo, estariam as duas mulheres. Para a Polícia Civil, as imagens deixam claro que não houve perseguição, como teria alegado o genro do empresário. "Pelas imagens captadas durante a investigação, não houve perseguição. Houve um acordo entre o genro do empresário, a diarista e uma amiga da diarista para se encontrarem em um ponto específico, próximo ao ponto específico de onde eles iriam executar a vítima", diz o delegado-chefe. "O crime foi motivado porque o genro tinha expectativas quanto a herança do empresário, que gira em torno de R$ 10 ou R$ 12 milhões", conclui o delegado-chefe Osmir Ferreira Neves.

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