Plenário pode votar MP da reforma do ensino médio

Entre outras medidas, a reforma prevê o aumento da carga horária do ensino médio de 800 para 1.000 horas anuais, das quais 600 horas de conteúdo comum e 400 de assuntos específicos. Uma das novidades aprovadas pela comissão mista é que as disciplinas de artes e educação física voltam a ser obrigatórias
Está na pauta do Plenário da Câmara dos Deputados de hoje a medida provisória que reformula o ensino médio (MP 746/16). O tema estava na pauta de ontem, mas a votação foi adiada diante de um impasse entre governo e Minoria sobre acordo relacionado a outra medida provisória, a MP 745/16, que autoriza a Casa da Moeda a comprar papel-moeda e metal de fabricantes estrangeiros sem licitação. Com isso, as anaálise das duas medidas provisórias ficou para hoje.
Segundo o parecer aprovado na comissão mista que analisou a MP do Ensino Médio, o aumento da carga horária do ensino médio terá uma transição dentro de cinco anos da publicação da futura lei, passando das atuais 800 horas para 1.000 horas anuais, das quais 600 horas de conteúdo comum e 400 de assuntos específicos de uma das áreas que o aluno deverá escolher: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica.
Uma das diferenças do substitutivo, de autoria do senador Pedro Chaves (PSC-MS), em relação ao texto original da MP é que as disciplinas de artes e educação física voltam a ser obrigatórias. O governo federal ajudará os estados com recursos para o ensino integral por dez anos, em vez dos quatro anos previstos.
 








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