sábado, 27 de fevereiro de 2016

Sarandi começa cadastramento biométrico ordinário



Começa na quarta-feira 2 de março em Sarandi, o cadastramento biométrico ordinário, a solenidade será as 10 horas no Cartório Eleitoral, na Rua Francisco de Almeida, no Jardim Verão, com a presença do Presidente do Tribunal Regional Eleitoral Desembargador Luiz Fernando Tomasi Keppen. Segundo o chefe do cartório eleitoral de Sarandi, Paulo Henrique Aran o cadastramento biométrico ordinário será feito para os eleitores que estejam fazendo o primeiro título ou pedindo transferência de domicilio. “Os demais eleitores que quiserem fazer o cadastramento biométrico podem fazer, mas em Sarandi o cadastramento será feito em regime ordinário, ou seja, o eleitor não tem prazo para comparecer de forma obrigatória a uma unidade da Justiça Eleitoral. Nas eleições deste ano o eleitor vai usar o título de eleitor. Em outro momento todos os eleitores serão convocados para fazer o cadastramento biométrico e só quando todo o eleitorado for cadastrado o município vai usar a urna com identificação biométrica”,explica o chefe do cartório. O cadastramento biométrico é realizado para dar maior segurança à identificação do eleitor no momento da votação. São capturadas as impressões digitais dos dedos das mãos do eleitor, colhida sua assinatura e tirada uma foto. Também são atualizados os dados cadastrais (endereço, telefone para contato, etc). Com o cadastramento biométrico, o eleitor passa a se identificar com a digital no microterminal da urna eletrônica, não precisando mais da assinatura no Caderno de Votação. Para fazer o primeiro titulo o eleitor precisa levar um documento de identificação com foto, comprovante de residência, para os homens é necessário o certificado de alistamento militar. Para o eleitor fazer o cadastramento biométrico é necessário o título de eleitor e o comprovante de residência.

Filhos adolescentes tentam defender mãe e matam pai a facadas



Dirlei da Luz, 34 anos, foi morto a facadas pelos próprios filhos, de 15 e 17 anos, na manhã desta sexta-feira (26), no assentamento Nossa Senhora Aparecida, em Mariluz. Os garotos teriam cometido o crime para defender a mãe, a agente comunitária Cleonir Martins da Silva. Dirlei seria um homem violento e, segundo os garotos, agredia a família cotidianamente. Pela manhã, após uma discussão ele estrangulava um dos filhos. Quando a mãe interferiu, o marido passou a agredi-la também, ameaçando mata-la. Os jovens partiram em defesa da mãe e usaram uma faca para afastar Dirlei, que a espancava. Ele morreu no local. Os jovens, que não fugiram e estão colaborando com a polícia, alegaram legítima defesa. A mãe defende os filhos. Segundo ela, se eles não tivessem atacado o pai ele a teria matado. A mulher, que também ficou ferida, foi atendida no Hospital Municipal e está neste momento prestando depoimento na Delegacia de Mariluz. O Instituto Médico Legal de Umuarama recolheu o corpo que será periciado e entregue à família.