sábado, 17 de setembro de 2016

Homem armado invade reunião política e efetua disparos

Uma reunião política por pouco não terminou em tragédia na noite desta sexta feira (16) na pequena cidade de Santa Lúcia, região oeste do Estado. A coligação ‘’No campo e na cidade Santa Lúcia para todos’’ realizava uma reunião na comunidade da Linha Canarinho, interior do município, quando, segundo informações, um homem armado com uma espingarda calibre 12 e um revolver calibre 32 chegou ao local efetuando vários disparos. Uma das vitimas que não quis se identificar, relatou que muitos disparos foram efetuados e que o autor dos tiros seria um morador da própria comunidade. Segundo informações, pelo menos quatro pessoas foram atingidas pelos disparos. O pânico tomou conta do local onde havia crianças, famílias e pessoas idosas. Uma das vitimas atingidas, uma mulher, compareceu ao destacamento da Policia Militar de Capitão Leônidas Marques e junto com membros da coligação realizaram o boletim de ocorrência. A Policia Militar realiza buscas para localizar o suposto autor dos disparos. Ainda não se sabe o que poderia ter motivado o homem a cometer o ato. 



As informações são da Rádio Hawaí.

Mãe atira pedra em carro ao tentar fugir com filha de três anos de creche

Uma mulher de 21 anos atirou uma pedra em um carro quando tentava fugir de uma creche com a filha dela de três anos na manhã de quinta-feira (15) em Apucarana (a 62 quilômetros de Maringá). A guarda da criança está com o pai. Segundo a Polícia Militar (PM), o caso ocorreu por volta das 8h15, em um Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) na Rua Fernando Pereira, no Bairro Vale Verde. A coordenadora do centro informou que a jovem chegou ao local alegando ter guarda compartilhada da filha. Porém, na creche, havia um documento emitido pelo Poder Judiciário que atestava que o pai tinha a guarda da criança. Foi feito contato com o pai da menina, que autorizou a mãe a ver a filha. Contudo, ao entrar no Cmei, a mulher, sem autorização e sem avisar as professoras, saiu do local com a criança no colo em direção ao Jardim Ponta Grossa. Logo em seguida, a professora acionou a PM e começou a seguir a acusada com o veículo dela. Em dado momento, ao perceber que estava sendo seguida, a mãe atirou uma pedra que danificou o para-brisa do carro. A PM ajudou a conter a acusada e levou-a de volta à creche com a filha. O pai foi ao centro e decidiu representar contra a mulher. Assim, a ocorrência foi encaminhada para a delegacia de Polícia Civil.



Com informações O Diário Maringá

Justiça de Sarandi anula prisão de soldado Onishi

A Justiça de Sarandi, na Região Metropolitana de Maringá (RMM), anulou a prisão preventiva expedida pela Justiça Militar contra o soldado Marco Aurélio Onishi, 37 anos, suspeito de matar, em agosto passado, o adolescente Jadson José de Oliveira, 17 anos. Na decisão, a juíza Eliane Cristina Siroti, da 2ª Vara da Comarca de Sarandi, declarou a nulidade da prisão com fundamento no artigo 125 da Constituição Federal, bem como outros artigos e incisos do Código Penal Brasileiro (CPB) e do Códio Penal Militar (CPM), que apregoam que crime de homicídio doloso praticado por militar, mesmo em serviço, é crime comum. Portanto, a Justiça Militar não seria o órgão competente para expedir a prisão preventiva. A decisão da juíza foi tomada dia 13 passado, depois de a magistrada pedir baixa dos autos de prisão preventiva que estavam na Justiça Militar, em Curitiba. Por outro lado, apesar de ter expedido a prisão, a Justiça Militar acabou reconhecendo que a Justiça comum é competente para assumir o caso. Paralelamente, o defensor de Onishi, criminalista Israel Batista de Moura, de Marialva, explicou que já havia pedido a anulação da preventiva de seu cliente e que, de certa forma, teria tido o seu pedido atendido. Como o Inquérito Policial Militar (IPM), responsabilizando o soldado Onishi e o também soldado Jonatan Vinícius Goular, 31 anos, como executor e partícipe do crime já foi concluído e entregue ao Fórum de Sarandi, aguarda-se agora a conclusão do inquérito da Polícia Civil de Sarandi (Judiciária). Por meio desse inquérito, Onishii teve a prisão temporária de 30 dias decretada e deverá permanecer recolhido no 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Maringá. De acordo com o delegado Reginaldo Caetano da Silva, que preside o inquérito, já existem provas irrefutáveis de autoria e materialidade. Entre elas, um projétil recolhido na cena do crime e um estojo calibre 9mm, encontrados no local onde Jadson foi executado. Outras provas contidas no inquérito não foram reveladas para não atrapalhar as investigações. O prazo para conclusão do inquérito encerra no próximo dia 28, mas Caetano já adiantou que deverá representar pela preventiva de Onishi, dado as versões conflitantes e estratégias empregadas para tentar confundir as investigações. O soldado Goulart deverá permanecer com ordem de restrição, recolhido em sua residência.


Fonte: O Diário