segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Mulher ateia fogo no marido durante briga em Maringá

Uma briga entre um casal terminou em uma tentativa de homicídio no fim da tarde de domingo (6), no Conjunto Ney Braga, zona oeste de Maringá. Equipes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para atender a ocorrência. Segundo informações da PM, durante uma discussão, uma mulher jogou álcool no marido e ateou fogo ao corpo dele por volta das 17h30. Gravemente ferido, ele recebeu socorro do Siate e apresentava queimaduras de segundo grau. O caso aconteceu na Avenida Alziro Zarur e o Corpo de Bombeiros encaminhou a vítima até o Hospital Universitário. A mulher vai responder por tentativa de homicídio. 




Com informações: Massa News

Casal incendeia mercado depois de dono se negar a vender fiado

A Polícia Civil prendeu um casal acusado de incendiar um mercado na Avenida Mandacaru, zona norte de Maringá. O crime aconteceu no fim de semana e a apresentação dos acusados foi na manhã desta segunda-feira (7), na 9ª Subdivisão Policial. Um vídeo de uma câmera de segurança ajudou na identificação de André Wilhian de Melo, 31 anos, e Fabiana Pereira de Melo, 41. As imagens mostram os dois colocando fogo no estabelecimento com um galão cheio de combustível. Segundo a Polícia Civil, a motivação do crime foi banal. O proprietário se negou a vender ‘fiado’ para o casal, que já deve R$ 1 mil. Para se vingar, os acusados teriam decidido iniciar as chamas e vão responder por incêndio criminoso.



Estudantes de Artes propõem perfomances contra a PEC do teto


Os alunos dos cursos de Artes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) organizam uma maratona de apresentações artisticas nesta segunda-feria, 7. As ações integram o movimento OcupaDeArtes "20 Horas em Movimento contra os 20 anos de Congelamento", em protesto ao Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que prevê o congelamento dos gastos do governo por 20 anos. De acordo com o perfil da atividade no Facebook, o programa performativo é para ser realizado coletivamente: dançar na calçada em frente ao edifício ocupado do DeArtes de modo que a dança não se interrompa por 20 horas consecutivas. As apresentações começaram às 4 horas da madrugada desta segunda, em frente o prédio DeArtes da UFPR, na rua Coronel Dulcídio, 638, no Batel. Segundo o grupo, a performance tem como objetivo dar visibilidade à ocupação estudantil do campus DeArtes da UFPR e de sua pauta de reivindicações, nesse caso, mais especificamente a demarcação de posição contrária à PEC 55/241 que prevê congelamento de gastos na educação e na saúde em plano nacional.

Alvaro e Osmar Dias lideram pesquisa para o governo do Estado

Levantamento da Paraná Pesquisas divulgado hoje pelo jornal Gazeta do Povo aponta que os irmãos Alvaro (PV) e Osmar Dias (PDT) lideram três cenários da eleição para o governo do Paraná para 2018. No primeiro, com Alvaro, Roberto Requião (PMDB), Ratinho Jr (PSD) e Cida Borghetti (PP) como candidatos, o senador do PV aparece com 38% das intenções de voto, contra 26% de Requião, 21% de Ratinho Jr e 4% da vice-governadora. No segundo cenário, com Osmar no páreo e Alvaro fora, o ex-senador do PDT lidera com 28,3%, contra 27% de Requião, 24% de Ratinho Jr e 5% de Cida Borghetti. No terceiro cenário, Osmar mantém a liderança, com 37,7%, contra 29,7% de Ratinho Jr, 7% de Cida Borghetti e 5% do deputado federal Ênio Verri (PT). Foram ouvidos 1.418 eleitores entre os dias 1 e 3 novembro, em 68 cidades do Paraná, com grau de confiança de 95,5% e margem de erro de 2,5%. Osmar Dias, Ratinho Júnior e Cida Borghetti já se declararam pré-candidatos ao governo. Alvaro tem manifestado a intenção de disputar a presidência da República. Requião termina o mandato de senador em 2018. 


Homem mata quatro pessoas da própria família e comete suicídio

Parecia um domingo comum na casa da família Pasquali. Pai, mãe, filho, nora e neto estavam juntos na casa em que moravam, no bairro Aventureiro, em Joinville, preparando um churrasco para o almoço. Mas a manhã acabou com uma tragédia que chocou a cidade. Roberto Pasquali, de 24 anos, se matou com um corte de faca no pescoço. Mas, antes, matou o filho, Júlio César Pasquali, de três anos; a mulher, Aline Grasiela Dilkin, 25 anos; e o pai Nereu César Pasquali.

Ele também atacou a própria mãe, Cleci Aparecida Melle Pasquali, de 50 anos, que foi socorrida e levada para o Hospital Municipal São José. Ela passou por uma cirurgia durante a tarde de domingo, mas acabou morrendo na madrugada desta segunda-feira.

Roberto matou a mulher e o filho, que faria quatro anos no dia cinco de dezembro, na cozinha da casa. Segundo o Instituto Médico legal (IML), a criança apresentava um corte profundo no pescoço e levou um tiro na cabeça. A mãe também foi esfaqueada no pescoço e baleada.

Após matar os dois dentro de casa, ele foi até a garagem e encontrou o pai já de joelhos. Esfaqueou e deu um tiro na cabeça do pai. Depois, esfaqueou a mãe. Voltou até perto da porta da cozinha e se matou com golpes de faca no peito e um corte profundo no pescoço.

De acordo com informações da Polícia Militar, as armas usadas no crime foram uma pistola calibre .38 e uma faca de churrasco. Na casa, a PM também encontrou uma outra arma de calibre .40. Roberto não tinha antecedentes criminais.

Roberto e a família vieram do Paraná há pouco mais de três meses. Eles moravam em Santa Izabel do Oeste, cidade de 13 mil habitantes, e estavam recomeçando a vida em Joinville após perderem a empresa que tinham no Paraná.

Vizinho testemunhou o crime

O vizinho Jailton Rocha, de 32 anos, foi uma das testemunhas da tragédia. Ele roçava a grama de casa quando começou a ouvir os tiros e a gritaria. Minutos antes, havia conversado com Nereu e Cleci pelo muro. O casal estava na garagem da casa, assando a carne para o almoço. O filho, a mulher e o neto estavam dento de casa.

Jailton recusou o convite para se juntar aos vizinhos no almoço, pegou uma extensão emprestada e começou a roçar a grama de casa. Pouco depois, o vizinho ouviu a mulher de Roberto gritar.

— Ela dizia "não faz isso" — lembra o vizinho.

Jailton espiou pelo muro e viu Roberto sair da cozinha, esfaquear e atirar contra a mãe e o pai.  Quando ele voltava em direção a porta da cozinha, Jailton se escondeu, pois achou que o vizinho atiraria nele. Mas o que se seguiu foi o silêncio. Então, o vizinho subiu novamente no muro e encontrou Roberto morto.

Outros vizinhos cercaram a casa da família Pasquali em busca de informações após o crime, que ocorreu por volta das 11 hora da manhã.

O delegado responsável pelo caso, Dirceu Silveira Junior, afirmou que a polícia vai ouvir testemunhas e apurar os fatos que levaram Roberto a cometer esse crime bárbaro contra a família. O delegado ressalta que testemunha e todas as evidências no local apontam que Roberto cometeu os crimes e se matou.

— Já surgiram diferentes versões, mas a única que é confirmada pela perícia e pelas evidências no local é a que aponta Roberto como culpado.

Os corpos aguardam liberação do IML.

Irmão diz que Aline estava feliz

— Estou chocado. Não tenho palavras — diz Odair José Dilkin, 34 anos, que tenta entender o que teria levado o cunhado matar a irmã e o sobrinho. Ele mora faz dois anos na Califórnia, nos EUA, e tenta chegar o quanto antes ao Brasil para o enterro dos familiares.

Segundo Odair, o casal estava junto há sete anos. Sua família é de Planalto, cidade vizinha a de Santa Izabel do Oeste, de onde é a família de Roberto. Aline era a mais nova de quatro irmãos, e Odair falava com ela constantemente pela internet. Ele afirma que eles estavam felizes em Joinville, e que o casal era muito tranquilo.

OBS: Morreu por volta das 2h desta segunda-feira (7) a mulher internada em Joinville  mãe de Roberto Pasquali.