quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Agentes de Endemias de Sarandi participam de capacitação


Os agentes do Departamento de Endemias de Sarandi participaram de uma capacitação na última semana, ministrada pelo servidor Raimundo Franco, da 15ª Regional de Saúde de Maringá. Durante a palestra foram abordados temas como: manejo, abordagem da população, dinâmica no trabalho e orientações de rotina na visitação. O objetivo é de melhorar o enfrentamento à dengue, zika e chikungunya no município.

Presos se aproveitam de protesto de moradores para fazer rebelião em cadeia de Umuarama


Presos que estão detidos na cadeia pública de Umuarama, no noroeste do Paraná, estão rebelados desde o final da noite de quarta-feira (27). O local fica anexo ao prédio da delegacia da cidade, abriga 260 presos e tem capacidade para 64. Segundo a polícia, os detentos se aproveitaram de um protesto de moradores em frente à delegacia para sair aos poucos das celas. Eles começaram com um pequeno motim e depois se rebelaram, ainda de acordo com a polícia. O protesto ocorreu após a prisão de um suspeito de ter matado a menina Tabata Fabiana Crespilho da Rosa, que tinha seis anos. Durante a manifestação, que encerrou por volta das 4h desta quinta (28), os moradores tentaram invadir a delegacia. Segundo um balanço divulgado pela Polícia Civil por volta das 10h, a revolta terminou com 12 veículos destruídos, sendo seis carros policiais, quatro de imprensa local, e dois veículos particulares. Desses, oito foram incendiados. Veja a nota divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) no final da reportagem. Em nota, a Polícia Civil informou que paralelamente ao inquérito policial referente a prisão do suspeito autuado pela morte da menina Tábata, outro inquérito policial será aberto para apurar rigorosamente os danos causados ao patrimônio público. Confira a íntegra do texto no final da reportagem.

Mãe é presa suspeita de colocar fogo na casa do filho


Uma mulher foi presa suspeita de colocar fogo na casa do filho, na noite de quarta-feira (27), em Engenheiro Beltrão, no centro-oeste do Paraná. De acordo com a Polícia Militar (PM), ela confessou o crime e disse que provocou o incêndio depois de brigar com o filho e de ter sido ameaçada por ele. A casa, que era de madeira, foi destruída pelas chamas. O local estava vazio e ninguém ficou ferido. A PM afirmou que recebeu uma ligação anônima informando que a mulher esteve no local e que disse que colocaria fogo na casa. Horas depois, a suspeita foi vista fugindo de lá. Em seguida, os vizinhos enxergaram a fumaça. Conforme a polícia, os policiais precisaram da ajuda de moradores e de um caminhão-pipa da prefeitura para apagar o fogo. Havia o risco, ainda segundo a polícia, de que as chamas atingissem outras casas de madeira. Aos policiais, o filho contou que a mãe é separada, mora em São Tomé, no noroeste do estado, e é alcóolatra.

Polícia Civil prende acusado de matar menina de seis anos e população tenta invadir delegacia


Moradores de Umuarama, na região oeste do Paraná, se aglomeraram e destruíram carros e a fachada da Delegacia de Polícia Civil para tentar resgatar um réu confesso do homicídio de uma menina de seis anos, na noite desta quarta-feira (28). Ele já cumpria pena desde 2012 pelo homicídio e ocultação de cadáver de uma menina de 15 anos, na região de Pato Branco. Aproveitando o tumulto do lado de fora, os detentos da cadeia pública também se amotinaram e, por até as 9h30 desta quinta-feira (28), ainda negociavam com a Polícia Militar o fim da rebelião. 

O tumulto começou depois que se espalhou, via redes sociais, como Facebook e Whatsapp, a notícia da prisão de Eduardo Leonildo da Silva, até então, suspeito de sequestrar e matar Tábata Fabiana Crespilho da Rosa, de seis anos. Cerca de duas mil pessoas se aglomeraram em frente à delegacia, segundo investigadores de Umuarama.Com o tumulto formado em frente à unidade policial, foram depredados carros particulares, cinco viaturas da Polícia Civil descaracterizada e um caminhão apreendido foi incendiado. O veículo do jornal Umuarama News foi tombado pelos manifestantes. Fotos e vídeos também se alastravam via Whatsapp. Segundo vídeos divulgados por Whatsapp, um carro de outro veículo de comunicação também foi incendiado. A revolta popular transcorreu até por volta das 3h, quando, ainda segundo investigadores, "sobraram apenas os vândalos". 

O interior da delegacia também foi atingido por pedras e tem computadores quebrados. Ainda segundo a Polícia Civil, alguns policiais militares foram feridos com pedradas, mas ninguém com gravidade. 


Dentro da cadeia, os presos aproveitaram e se amotinaram, promovendo quebra-quebra nas galerias. O local de detenção tem cerca de 260 presos, mas capacidade para 64. Segundo a Polícia Civil, os detentos ainda negociavam a rendição com a Polícia Militar na manhã desta quinta.


O início de tudo 

A revolta popular ocorreu após a divulgação da prisão de Eduardo Leonildo da Silva. A Polícia Civil chegou até ele após obter gravações de câmera de segurança que mostram Tábata Fabiana Crespilho da Rosa, de seis anos, entrando no carro dele. Os investigadores afirmam que o veículo foi reconhecido pela própria família, já que Eduardo seria do convívio deles. Ainda de acordo com os investigadores, o suspeito confessou o crime, indicando até mesmo onde o corpo foi enterrado – o local não foi informado pela polícia. 

Eduardo cumpria pena em regime semiaberto pelo homicídio e ocultação de cadáver em 2010. Ele foi condenado em 2012, na comarca de Pato Branco (oeste). 




Fonte: Bonde

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