quinta-feira, 22 de março de 2018

Seis presos fogem da cadeia de Assis Chateaubriand



Seis presos tentaram uma fuga da Cadeia Pública de Assis Chateaubriand na madrugada dessa quinta-feira (22). De acordo com o delegado da 48ª Regional de Polícia, Thiago Teixeira, investigadores da Polícia Civil perceberam uma movimentação no teto da carceragem, através de câmeras de segurança, por volta das 2h30. A fuga foi possibilitada devido a um buraco feito pelos presos no teto de uma das celas. 

Com ajuda da Polícia Militar, quatro dos seis presos foram capturados, porém dois deles conseguiram fugir. Os nomes dos foragidos, de acordo com a Polícia Civil são: Cristiano Correia e Vagner Felipe da Silva Rossi. Essa foi a quarta tentativa de fuga nos últimos cinco meses. Conforme o delegado, a cadeia de Assis Chateaubriand está interditada desde novembro de 2017, quando o a Vara de Execuções Penais pediu a transferências dos presos para a Penitenciária de Foz do Iguaçu. O pedido, porém, foi negado pela Juíza de Execuções Penais de Foz. O caso agora depende de parecer do Departamento Penitenciário (Depen). Ainda segundo Teixeira, a carceragem da 48ª Regional está superlotada com 98 presos, quando na verdade, tem capacidade para apenas 26. Ainda há risco de desabamento da estrutura do local.

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Uma criança de apenas sete meses foi abandonada na terça-feira (20) por funcionários na CEI (Centro de Educação Infantil) Céu Estrelado, em Guaianases, na zona leste da cidade de São Paulo. A unidade é conveniada da prefeitura, sob gestão João Doria (PSDB). O menino foi resgatado pelo próprio pai, o agente de trânsito Wellington Elias dos Santos Júnior, 20, que foi obrigado a escalar o telhado de vizinhos da creche para entrar no prédio. 

 A atendente Caroline Figueiredo Costa, 18, afirma que ligou para a creche informando que o marido iria atrasar um pouco para buscar o filho, por causa do temporal que atingiu a capital paulista na tarde de terça-feira. "Avisei que ele chegaria uns 10 minutos atrasado, porque a chuva atrapalhou todo mundo", afirma Caroline. Segundo relato da mãe, Wellington chegou na creche por volta das 16h40, cerca de 20 minutos depois do horário em que costuma pegar o menino normalmente. Ele chamou, gritou e ninguém atendeu. Decidiu então ir à casa da sogra perguntar se alguém da família já tinha levado a criança e foi surpreendido ao descobrir que não estava lá. 

O pai voltou para a creche e vizinhos perceberam que havia uma criança chorando dentro do prédio. Wellington então subiu pelo telhado de um vizinho, arrancou a tela de uma janela e saiu da creche com o filho no colo. "A professora disse hoje [quarta-feira] de manhã que foi embora às 17h, mas como se meu marido chegou às 16h40 e não tinha mais ninguém?", questiona a mãe. Segundo Caroline, a criança tem refluxo e não pode ficar sozinha —sob risco de engasgar. Ela registrou boletim de ocorrência no 44º DP. Segundo a polícia, as testemunhas e os responsáveis estão sendo ouvidos. "Para uma criança, isso é trauma. Ele não vai conseguir ir para a creche tão cedo", afirma Caroline

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